As crianças, de entre um e seis anos, tinham finalizado o processo de adoção antes do terremoto e só esperavam que se lhes concedesse o visto para poder se encontrarem com suas novas famílias.
Desde o terremoto que sacudiu Porto Príncipe na semana passada, os pais adotivos fizeram um apelo para que os trâmites em curso fossem agilizados.
“Em muito curto prazo, outras 50 crianças, cujo processo de adoção está quase terminado, poderiam seguir à primeira leva de menores haitianos que chegaram à França”, informou o embaixador francês no Haiti, Didier Le Bret.