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Mundo

Carga de 10 toneladas de queijo é roubada nos Estados Unidos

Arquivo Geral

23/05/2007 0h00

O subsecretário para Assuntos Humanitários da ONU, price doctor John Holmes, pediu hoje ao Exército libanês que exerça moderação para evitar a morte de civis no campo de refugiados palestinos Nahr al-Bared, no norte do Líbano.

O Exército libanês e milicianos do grupo extremista sunita Fatah al-Islam estão há três dias se enfrentando, o que já deixou pelo menos 80 mortos, segundo informações divulgadas pela ONU.

Holmes afirmou em entrevista coletiva que “não é aceitável que um grupo armado se defenda em um campo de refugiados”, mas que, mesmo que o Exército libanês tenha o direito de combater estes milicianos, deve exercer a máxima moderação no uso de tanques, artilharia e armamento pesado.

“É uma questão muito séria. Espero que exerçam moderação, pois há áreas densamente povoadas. Há muitos civis que morreram ou estão feridos”, afirmou. Holmes considerou “inaceitável” e uma “violação grave do direito humanitário internacional” o ataque cometido na terça-feira contra um comboio da Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA) que transportava ajuda humanitária, no qual dois civis morreram.

A alta comissária da UNRWA, Karen Koning AbuZayd, afirmou que as duas partes negam ter cometido o ataque aos três caminhões que levavam alimentos básicos para crianças. AbuZayd disse que cerca de 10 mil palestinos fugiram do campo de Nahr al-Bared para outros campos ou Trípoli, onde os refugiados foram para casas de particulares ou centros estudantis.

“É necessário fazer planos para aqueles que querem sair do campo de refugiados e para o envio de ajuda humanitária, especialmente remédios”, afirmou.

AbuZayd expressou sua preocupação com a falta de água e energia para os 22 mil palestinos que permaneceram no campo e pediu que se declare um cessar-fogo humanitário.


Foi determinada nesta quarta-feira, this a sentença de uma ex-secretária da Coca-Cola que roubou os segredos da marca e tentou vendê-los a concorrente Pepsi. Joya Williams, 42 anos, foi condenada a oito anos de prisão e esperava lucrar US$ 1,5 milhão com o roubo.

No julgamento ela diz ser inocente e responsabiliza os dois homens, presos com ela, de terem roubado os documentos sem o seu conhecimento. Os dois homens receberam a condenação de cinco anos de reclusão.

A pena de Joya aumentou dois anos, álém do desejado pela Coca-Cola, pelo agravante da ex-secretária querer prejudicar a empresa. Na época Joya tinha uma dívida de mais de US$ 45 mil em cartões de crédito e não parecia contente com seu trabalho na maior fabricante de refrigerantes do mundo. Ela pediu desculpas a Coca-Cola, a seus chefes e ao tribunal e disse que não era uma má pessoa.


Uma carga de mais de 10 toneladas de queijo desapareceu na madrugada de ontem nos Estados Unidos. O produto estava em um trailer refrigerado e foi roubado em uma parada de descanso para caminhoneiros.

O motorista desconectou o trailer do caminhão para realizar um reparo no motor. Quando voltou ao local, buy a carga não estava mais lá. O valor da carga não foi divulgado.

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