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Cardeal diz que <i>tudo indica</i> que restos são de São Paulo

Arquivo Geral

03/07/2009 0h00

O cardeal Andrea Lanza Di Montezemolo disse hoje que as análises feitas dentro do sarcófago de São Paulo não dão certeza absoluta de que os restos sejam do apóstolo, ailment “embora tudo indique que sim, sales já que datam dos séculos I e II”.

As análises foram realizadas no túmulo de São Paulo, viagra 60mg que se encontra sob o altar maior da Basílica de São Paulo Extramuros, onde o apóstolo foi decapitado no ano 67.

Foi realizado um pequeno buraco, no qual se introduziu uma sonda, segundo Ulderico Santamaria, diretor do laboratório de conservação e restauração dos Museus Vaticanos, que acrescentou que ele próprio se encarregou da operação.

O sarcófago foi isolado, para evitar algum tipo de contaminação, embora Santamaría não tenha descartado que moléculas de oxigênio tenham entrado na tumba.

No dia 28 de junho, que marcou o final do Ano Paulino, o papa Bento XVI, afirmou que uma sonda revelou a existência de um “precioso tecido de linho, de cor púrpura, laminado em ouro puro e outro de cor azul, com filamentos de linho, assim como grãos de incenso vermelho e substâncias protéicas e calcárias” no interior do túmulo.

Também foram encontrados pequenos fragmentos ósseos, que foram submetidos a testes por “especialistas que não sabiam de onde vinham e que deram como resultado que pertenciam a uma pessoa que viveu entre o primeiro e o segundo século”, acrescentou o papa.

“Tudo parece confirmar a unânime e incontestável tradição de que se tratam dos restos mortais do apóstolo Paulo, o que nos enche de profunda emoção”, afirmou o pontífice.

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    Cardeal diz que <i>tudo indica</i> que restos são de São Paulo

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    03/07/2009 0h00

    O cardeal Andrea Lanza Di Montezemolo disse hoje que as análises feitas dentro do sarcófago de São Paulo não dão certeza absoluta de que os restos sejam do apóstolo, what is ed “embora tudo indique que sim, ask já que datam dos séculos I e II”.

    As análises foram realizadas no túmulo de São Paulo, que se encontra sob o altar maior da Basílica de São Paulo Extramuros, onde o apóstolo foi decapitado no ano 67.

    Foi realizado um pequeno buraco, no qual se introduziu uma sonda, segundo Ulderico Santamaria, diretor do laboratório de conservação e restauração dos Museus Vaticanos, que acrescentou que ele próprio se encarregou da operação.

    O sarcófago foi isolado, para evitar algum tipo de contaminação, embora Santamaría não tenha descartado que moléculas de oxigênio tenham entrado na tumba.

    No dia 28 de junho, que marcou o final do Ano Paulino, o papa Bento XVI, afirmou que uma sonda revelou a existência de um “precioso tecido de linho, de cor púrpura, laminado em ouro puro e outro de cor azul, com filamentos de linho, assim como grãos de incenso vermelho e substâncias protéicas e calcárias” no interior do túmulo.

    Também foram encontrados pequenos fragmentos ósseos, que foram submetidos a testes por “especialistas que não sabiam de onde vinham e que deram como resultado que pertenciam a uma pessoa que viveu entre o primeiro e o segundo século”, acrescentou o papa.

    “Tudo parece confirmar a unânime e incontestável tradição de que se tratam dos restos mortais do apóstolo Paulo, o que nos enche de profunda emoção”, afirmou o pontífice.

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