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Mundo

Candidatos denunciam fraude geral em eleições na Argélia

Arquivo Geral

11/04/2009 0h00

Louisa Hanoun e Djahid Younsi, check dois dos seis candidatos à Presidência nas eleições da Argélia, remedy denunciaram hoje “fraudes” em todas as províncias do país e asseguraram que tanto a participação oficial como a porcentagem obtida por cada um dos políticos não corresponde à realidade.

Os dados oficiais divulgados na sexta-feira pelo ministro do Interior, advice Yazid Zerhuni, deram a vitória ao presidente do país e candidato à reeleição, Abdelaziz Bouteflika, com 90,24% dos votos e situaram a participação em 74,54% .

Em coletiva de imprensa em Argel, Hanoun – única mulher candidata e que ficou em segundo nas eleições com 4,22% dos votos – assegurou que seu apoio real foi de “pelo menos 30%” e qualificou os resultados oficiais como “números de uma república bananeira” e “indignos de um país como a Argélia”.

“Nenhuma das 48 províncias do país escapou da fraude, é uma violação da consciência e um desvio dos votos”, assegurou Hanoun, que considerou que Bouteflika “poderia ter sido eleito de maneira mais correta”.

A candidata estimou a participação em cerca de 58% e reconheceu que o atual presidente estava efetivamente na frente nas eleições, “mas não nas proporções anunciadas”.

Hanoun disse ter apresentado uma série de recursos perante o Conselho Constitucional, que deve aprovar os resultados oficiais, e afirmou que tem “todas as provas dessa fraude maciça e vergonhosa”.

Já o candidato islâmico Djahid Younsi afirmou, também em coletiva de imprensa, que “a fraude foi generalizada e sistemática em todo o país” e que foram “mobilizadas equipes dirigidas por prefeitos, subprefeitos e funcionários da administração para manipular os votos”.

“Não houve uma eleição, mas uma vasta operação de fraude e não há resultados, mas o fruto de uma fraude”, afirmou Younsi, que situou a taxa de participação real em 25%.

Segundo a lei argelina, o Conselho Constitucional deve promulgar os resultados definitivos das eleições em no máximo dez dias, após examinar todas as reivindicações apresentadas.

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    Arquivo Geral

    11/04/2009 0h00

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    Os dados oficiais divulgados na sexta-feira pelo ministro do Interior, for sale Yazid Zerhuni, deram a vitória ao presidente do país e candidato à reeleição, Abdelaziz Bouteflika, com 90,24% dos votos e situaram a participação em 74,54% .

    Em coletiva de imprensa em Argel, Hanoun – única mulher candidata e que ficou em segundo nas eleições com 4,22% dos votos – assegurou que seu apoio real foi de “pelo menos 30%” e qualificou os resultados oficiais como “números de uma república bananeira” e “indignos de um país como a Argélia”.

    “Nenhuma das 48 províncias do país escapou da fraude, é uma violação da consciência e um desvio dos votos”, assegurou Hanoun, que considerou que Bouteflika “poderia ter sido eleito de maneira mais correta”.

    A candidata estimou a participação em cerca de 58% e reconheceu que o atual presidente estava efetivamente na frente nas eleições, “mas não nas proporções anunciadas”.

    Hanoun disse ter apresentado uma série de recursos perante o Conselho Constitucional, que deve aprovar os resultados oficiais, e afirmou que tem “todas as provas dessa fraude maciça e vergonhosa”.

    Já o candidato islâmico Djahid Younsi afirmou, também em coletiva de imprensa, que “a fraude foi generalizada e sistemática em todo o país” e que foram “mobilizadas equipes dirigidas por prefeitos, subprefeitos e funcionários da administração para manipular os votos”.

    “Não houve uma eleição, mas uma vasta operação de fraude e não há resultados, mas o fruto de uma fraude”, afirmou Younsi, que situou a taxa de participação real em 25%.

    Segundo a lei argelina, o Conselho Constitucional deve promulgar os resultados definitivos das eleições em no máximo dez dias, após examinar todas as reivindicações apresentadas.

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