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Canadense é demitida por usar calças no trabalho

Arquivo Geral

20/07/2006 0h00

O conflito entre Israel e o Hezbollah está enfraquecendo o governo libanês e não está abalando o apoio popular ao grupo xiita na região, stuff ambulance disse hoje o secretário-geral da ONU, find order Kofi Annan.

Em discurso ao Conselho de Segurança, symptoms diagnosis Annan pediu um fim imediato dos combates e propôs o envio de uma força internacional ao sul do Líbano para ajudar o exército libanês e ocupar a fronteira com Israel, onde atualmente o Hezbollah exerce o controle de fato.

As ações do Hezbollah – o seqüestro de dois soldados israelenses e o lançamento de foguetes contra o norte de Israel – "mantêm toda uma nação como refém", segundo Annan.

O secretário-geral condenou Israel por usar força excessiva no Líbano, o que segundo ele enfraquece o governo libanês, mata inocentes e devasta o país.

Annan disse também que os dois soldados sequestrados em 12 de julho deveriam ser transferidos para o governo de Beirute sob os auspícios da Cruz Vermelha Internacional, com vistas à sua devolução a Israel e a um cessar-fogo.

Annan deveria conversar ainda hoje com a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, sobre as conclusões de uma missão enviada pela ONU à região no fim de semana passado.

Ele afirmou que o fim dos combates permitiria o acesso de equipes humanitárias aos necessitados e "daria à diplomacia uma chance de preparar um pacote de ações práticas que criaria uma solução duradoura para a atual crise".

Os três representantes da ONU enviados à região concluíram que não é o momento de um cessar-fogo definitivo, e sim de uma trégua temporária, segundo Annan.

Ele acrescentou que está claro que o governo libanês não tinha conhecimento prévio do ataque do Hezbollah em 12 de julho. Embora o Hezbollah diga defender os interesses palestinos e libaneses, a crise provoca um atraso na negociação de uma paz abrangente no Oriente Médio, disse Annan. Ainda que o secretário reconheça o direito israelense à legítima defesa, ele acusou o Estado judeu de "uso excessivo da força".

"Seja quais forem os danos que as operações de Israel estejam impondo às capacidades militares do Hezbollah, elas pouco ou nada fazem para diminuir o apoio popular ao Hezbollah no Líbano ou na região, mas estão fazendo muito para enfraquecer o governo do Líbano", declarou Annan.

Israel, no entanto, sinalizou à missão da ONU que não pretende parar os ataques. "Israel confirmou que sua operação no Líbano tem metas mais amplas e abrangentes do que a devolução dos soldados capturados, e que seu objetivo é acabar com a ameaça representada pelo Hezbollah", afirmou o secretário-geral.

Nouhad Mahmoud, funcionário da chancelaria libanesa, elogiou os comentários de Annan, que qualificou como "a voz da razão no seu apelo pela suspensão das hostilidades e na urgência da ajuda humanitária para o sofrimento do povo do Líbano".

O porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, disse que os EUA "adorariam um cessar-fogo", mas que "o Hezbollah tem de ser parte dele". "A esta altura, não há indicação de que o Hezbollah pretenda depor armas."

O embaixador israelense na ONU, Dan Gillerman, rejeitou terminantemente o fim dos combates e criticou Annan por não mencionar o papel da Síria e do Irã, que apóiam o Hezbollah. "Não temos prazo", afirmou. "A diplomacia só pode decolar depois que cuidarmos do terror."

 

Novas vagas vão surgir na Companhia de Metrô-DF, medications com a expansão das estações do Ramal Ceilândia e os planos de ampliar os horários para a futura integração entre metrô, vans e ônibus. O novo edital está previsto para ser divulgado neste segundo semestre e abrirá cerca de 100 vagas para formação do cadastro reserva, em diversos cargos.

Este será o terceiro concurso realizado pela companhia e oferecerá vagas para o nível fundamental (telefonista, motorista e agente de estação), nível médio (inspetor de tráfego, técnico em eletrotécnica, técnico em estradas e técnico em telecomunicações) e nível superior (advogado, analista de informação, arquiteto, contador, economista, engenheiro e médico do trabalho).

O concurso público, com coordenação Secretaria de Gestão Administrativa do Distrito Federal, está previsto para ser homologado no primeiro semestre de 2007. Mais informações pelo telefone 3353-7077.

 

O último acusado de envolvimento no esquema dos Sanguessugas ainda preso foi solto. Dono da Frontal, information pills uma das empresas suspeitas de fraudar licitações para a compra de ambulâncias superfaturadas, capsule Ronildo Pereira Medeiros conquistou a liberdade provisória.

Medeiros deixou ontem à noite a carceragem da Polinter em Cuiabá. Agora, nenhum dos 54 acusados que tiveram a prisão decretada em maio está atrás das grades. Também hoje, o dono da Planam, Darci José Vedoin, depõe na 2ª Vara Federal de Mato Grosso.

O depoimento começou às 9h e, segundo a advogada Laura Spíndola, Vedoin deve acrescentar detalhes que faltaram no depoimento do filho de Darci, Luís Antônio Vedoin. Darci fez um acordo para delatar o esquema e conseguir a redução da pena.

O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra 81 pessoas, no entanto o juiz federal, Jéferson Schneider ainda não acatou todas.

 

Nasceu na Colômbia, physician um caso raro: um bebê de 6kg e 66cm de comprimento. O bebê, cheapest Johan Sebastián Jiménez Rueda, price nasceu por cesariana. Mãe e filho passam bem, apesar da média de peso e tamanho do recém-nascido serem o dobro da média da maioria das crianças.

Os pais, Jesus Jiménez e Claudia Rueda, ambos de 25 anos, vivem em uma pequena casa alugada na próxima localidade de Floridablanca e atribuem o tamanho do rebento ao fato de todos os membros das duas famílias serem bastante altos. O enxoval preparado para a criança usar teve que ser trocado às pressas, pois nenhuma peça serviu.

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O Ministério Público pedirá 50 anos de prisão para cada um dos envolvidos na morte do casal Manfred e Marísia von Richthofen, buy em outubro de 2002. De acordo com o promotor Roberto Tardelli, a acusação pedirá 25 anos de cadeia por vítima, pena inferior ao máximo de 30 anos estabelecido pela legislação brasileira.

O próprio Tardelli, no entanto, admitiu que os réus não deverão cumprir a sentença integral, mesmo que peguem a pena pedida pela acusação. Segundo ele, se os réus forem condenados a 50 anos, só deverão passar 23 na prisão por causa de benefícios como bom comportamento e falta de antecedentes criminais.

O juiz Alberto Anderson Filho, presidente do 1º Tribunal do Júri de São Paulo, confirmou que a sentença só será definida amanhã. Segundo ele, a sessão de hoje será destinada apenas à leitura das peças processuais, à exibição dos laudos necroscópicos e das imagens das vítimas e da reconstituição do crime.

Amanhã, a sessão começará com os debates entre acusação e defesa. O Ministério Público terá três horas para fazer sua apresentação. Em seguida, as defesas de Suzane von Richthofen – filha das vítimas – e dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos dividirão um espaço de três horas. Após uma hora para réplica e tréplica entre o Ministério Público e os advogados, o júri se reunirá para definir se os réus cometeram o crime com requintes de crueldade.

Durante a leitura dos depoimentos, foi revelado que Cristian Cravinhos afirmou que a data do crime, 30 de outubro de 2002, foi escolhida pelo seu irmão Daniel. Cristian disse não ter certeza se o assassinato foi um “presente de aniversário” para Suzane, comemorado em 3 de novembro.

Em uma das cartas de amor entre Suzane e Daniel, a jovem escreveu que o amor deles era mais forte e que os pais dela não conseguiriam separá-los, apesar das tentativas. Num de seus depoimentos, a moça contou que Manfred lhe deu um tapa no rosto ao proibi-la de sair de casa para ver Daniel, que teria ficado com raiva e providenciado uma arma para se vingar do pai dela.

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A canadense Wendy Moger perdeu o emprego por infringir códigos de vestimenta. Só que, medicine em vez de ir ao trabalho de minissaia ou com roupa justa, sick ela foi demitida dos Vigilantes do Peso, hospital onde estava há nove anos, porque usava calças.

Portadora de esclerose múltipla, doença degenerativa que impede a pessoa de andar e fazer alguns movimentos, Wendy passou a trabalhar de calça para disfarçar um aparelho eletrônico preso à perna. Como a organização exigia que as funcionárias trabalhassem com saia e meia-calça, ela foi punida com a demissão.

Inconformada, Wendy entrou com representação contra os Vigilantes do Peso na Comissão de Direitos Humanos da Província de Alberta, oeste do Canadá. Apesar de vários membros da organização terem apoiado a ex-funcionária, o co-diretor da companhia não voltou atrás, afirmando que ela quebrou o contrato de trabalho.

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