As transportadoras de mercadorias da Coréia do Sul iniciaram hoje uma greve por tempo indefinido, information pills em protesto contra a alta dos preços dos combustíveis.
Cerca de 12 mil caminhões pertencentes a membros do Sindicato de Trabalhadores dos Caminhoneiros da Coréia do Sul paralisaram suas atividades na madrugada desta quinta-feira.
Embora a greve tenha contado com a adesão de somente 3% dos caminhoneiros do país, order o impacto da medida é forte, link por tratar-se das transportadoras de grandes contêineres de mercadorias.
Espera-se ainda que novos trabalhadores se unam aos protestos nos próximos dias.
As transportadoras exigem ao Governo que reduza o preço dos combustíveis e padronize o sistema de salário dos caminhoneiros, para garantir-lhes um rendimento mínimo.
“Vamos continuar com a greve até que o Governo tenha aceitado nossa reivindicação”, assegurou Kim Dal-shik, líder do Sindicato de Trabalhadores dos Caminhoneiros.
No entanto, Kim se mostrou disposto a sentar-se para negociar caso o Governo proponha medidas efetivas.
O Governo sul-coreano anunciou recentemente um pacote de ajudas no valor de 10,5 trilhões de wons (cerca de US$ 10 bilhões) até a primeira metade do próximo ano para ajudar os cidadãos a enfrentar o aumento dos preços do petróleo.
A greve afetará principalmente a cidade de Busan (sul de Coréia), sede do maior porto do país, por onde circulam mais de 70% das mercadorias marítimas da nação.
Por sua parte, o Governo decidiu punir os trabalhadores que realizarem ações ilegais, como impedir a circulação dos caminhões.
O primeiro-ministro sul-coreano, Han Seung-soo, estimou que as perdas diárias por causa da greve podem chegar a 128 bilhões de wons (US$ 120 milhões) e pediu aos caminhoneiros que voltem ao trabalho.
Por sua parte, o Ministério da Defesa sul-coreano anunciou hoje que enviará 65 caminhões ao centro de armazenamento de mercadorias de Kwangyang e ao porto de Busan.