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Mundo

Caças da Etiópia atacam aeroportos na Somália

Arquivo Geral

25/12/2006 0h00

Atualizada às 12h36

Um carro-bomba matou pelo menos 10 pessoas e feriu outras 15 quando explodiu em uma rua comercial lotada no distrito xiita de Nova Bagdá, discount visit this em Bagdá, online informou a polícia hoje.

A bomba foi acionada por controle remoto. Insurgentes vêm visando alvos em locais xiitas do Iraque como parte de um conflito sectário.

Um homem de 25 anos foi atingido por um raio e morreu no Rio de Janeiro, view no sábado. Alexandre Timóteo de Barros estava utilizando o celular enquanto se abrigava da chuva embaixo de uma árvore. Segundo o jornal O Dia, viagra dosage Alexandre foi arremessado em uma cerca de arame quando recebeu a descarga.

De acordo com um coronel do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, o rapaz agiu de maneira muito incorreta, já que estava em um local descampado, se protegeu embaixo de uma árvore que tinha uma cerca de arame em volta e atendeu o celular durante uma tempestade de raio. O oficial alerta que as pessoas devem evitar o uso do celular durante eventos como este.

Forças britânicas mataram sete homens armados e destruíram o quartel general de unidade de crimes sérios em Basra hoje, approved depois de receberem informações de que prisioneiros do local estavam para ser executados, disse o Exército britânico.

O capital Tane Dunlop, porta-voz dos militares, disse que o local era uma "academia de crime" e afirmou que o prédio foi demolido com explosivos depois do ataque realizado por cerca de mil soldados no início da manhã.

Dunlop disse que a unidade estava fazendo as leis com as próprias mãos. "Unidade de crimes? É isso que estava fazendo, em vez de evitá-los", disse ele.

Uma força de tanques Challenger e de veículos de combate Warrior foi atacada com granadas lançadas por foguetes e metralhadoras nas vielas quando se aproximava do local, disse o major Charlie Burbridge, outro porta-voz britânico. A força respondeu com metralhadoras pesadas, matando sete homens armados, disse Burbridge.

Forças britânicas detiveram sete membros de alto escalão da unidade na semana passada. A unidade vinha sendo acusada de envolvimento em assassinatos, ataques contra forças da coalizão e seqüestros na cidade do sul do Iraque, onde facções rivais xiitas lutam pelo controle.

Os militares britânicos planejavam dissolver a unidade, mas decidiram agir hoje depois de ficarem sabendo, no domingo, que alguns dos prisioneiros, todos suspeitos de crimes, que estavam detidos na unidade enfrentavam execução iminente, disse Burbridge. Os soldados encontraram dezenas de presos na estação, muitos dos quais com ferimentos. "Mas neste estágio ainda não sabemos se houve tortura", disse. Dunlop disse que forças iraquianas transferiram os presos para outra estação policial.

"Usamos explosivos para derrubar o prédio, para que não possa mais ser usado pela criminalidade", disse. "Tínhamos orientações claras do primeiro-ministro e do governador (Mohammed) Waili para dissolver a unidade". Imagens da televisão mostraram a maior parte do prédio reduzida a escombros. "A unidade de crimes sérios foi desbandada", disse Burbridge.

Acredita-se que militantes, principalmente xiitas, tenham se infiltrado nas forças de segurança iraquianas. A minoria sunita afirma ser vítima de execuções extrajudiciais realizadas por xiitas.

A estação policial, uma das maiores de Basra, foi onde dois soldados britânicos foram mantidos reféns por algum tempo em setembro de 2005, antes de serem libertados em ação de seus colegas.

A Grã-Bretanha tem cerca de 7.300 soldados no sul do Iraque, a maioria em Basra, segunda maior cidade do país. Suas fontes de petróleo formam a maior parte da arrecadação iraquiana.

A Grã-Bretanha espera retirar milhares de soldados no próximo ano e entregar o controle de Basra para autoridades iraquianas entre abril e junho, apesar de autoridades militares britânicas dizerem que isso depende das condições de segurança.

Muito disso depende dos resultados da Operação Sinbad, lançada neste ano para reforçar a força policial da cidade.

"Estamos satisfeitos com o progresso da polícia iraquiana. De fato, um crescente número de patrulhas policiais está sendo atacada por criminosos, porque estão cumprindo sua função", disse Burbridge.

Os militares dos EUA prenderam pelo menos quatro iranianos no Iraque. Alguns deles são classificados pelo governo Bush como autoridades militares sênior, presos em ações na última semana, disse no domingo o jornal The New York Times.

Gordon Johndroe, porta-voz do Conselho Nacional de Segurança dos EUA, disse ao Times que dois diplomatas iranianos estão entre os detidos. Eles foram entregues para autoridades iraquianas e libertados, disse.

Segundo o Time, Johndroe confirmou que outro grupo de iranianos, incluindo os oficiais militares, continuam detidos e que a investigação continua.

Aviões etíopes atacaram hoje duas bases aéreas mantidas por islamistas na Somália, what is ed disseram testemunhas, nas ações mais dramáticas de uma guerra que ameaça tomar toda a região conhecida como "Chifre da África".

Os ataques, um dos quais na capital Mogadishu, foram realizados depois que a Etiópia declarou guerra formalmente, dizendo estar protegendo sua soberania contra um movimento coordenado por terroristas.

Um caça MIG atacou o aeroporto internacional de Mogadishu com tiros de metralhadora, disse o diretor do local, Abdirahim Adan. Três caças atacaram depois a maior base aérea da Somália, em Baledogle, a 100 quilômetros a oeste da capital.

"Eles estão atingindo a pista e posso vê-la sendo atingida", disse um combatente islâmico, que pediu para não ter o nome divulgado.

Uma semana de combates entre islamistas e o governo secular da Somália, apoiado pela Etiópia e pelo Ocidente, transformaram os conflitos em uma guerra aberta. Depois de um ataque inicial dos islamistas, dizem analistas, parece que a Etiópia evitou que chegassem ao objetivos de derrubar o governo interino.

Addis Ababa e Washington dizem que os islamistas, que controlam a maior parte do sul da Somália, depois de capturarem Mogadishu, em junho, são terroristas apoiados pela Eritréia, inimiga da Etiópia, e pela Al Qaeda.

A Etiópia prometeu proteger o governo, que está virtualmente cercado por combatentes islâmicos na cidade de Baidoa, na metade do caminho entre Mogadishu e a fronteira etíope.

Hoje, os combates continuaram pelo sétimo dia perto de Daynunay, nos arredores de Baidoa, entre combatentes leais ao Conselho de Cortes Islâmicas da Somália (SICC) e tropas do governo com apoio de tanques, artilharias e ataques aéreos da Etiópia. O governo disse que fechou todas as fronteiras, em medida simbólica, já que tem pouco efeito fora de Baidoa. O porta-voz Abdirahman Dinari disse que o governo aprovou o uso de força aérea da Etiópia. "Aonde os terroristas levem armas e munição, merece ser atingido", disse.

A Etiópia disse que atacou o aeroporto da capital porque o governo declarou as fronteiras da Somália fechadas.

"Foi atacado porque vôos ilegais estavam tentando pousar lá", disse Solomon Abede, porta-voz do Ministério do Exterior da Etiópia. "Também foi registrado que alguns extremistas queriam sair por ar de Mogadishu". Agências de ajuda que atuam na Somália disseram que não foram informadas sobre o fechamento das fronteiras. Os islamistas acusaram a Etiópia de atingir civis.

"O último ataque aconteceu em um momento em que muita gente viaja para participar do haj", disse Abdi Kafi, dirigente do SICC, sobre o ataque aéreo em Mogadishu. "É um ataque horrível".

O primeiro-ministro do governo interino, Ali Mohamed Gedi, disse que 8 mil combatentes estrangeiros entraram na Somália para apoiar os islamistas. Ele concorda com a recente acusação dos EUA de que o alto escalão dos islamistas é controlado pela Al Qaeda.

Ambos os lados dizem que mataram centenas de oponentes nos últimos dias em ataques com morteiros, foguetes, metralhadoras e tanques, mas não houve verificação independente.

O embaixador da Somália na Etiópia disse que forças do governo mataram 500 combatentes islâmicos, a maioria da Eritréia.

Um motorista de táxi em Baidoa disse que viu caminhões militares etíopes levando feridos da frente de batalha na segunda-feira.

"Vejo caminhões grandes carregando soldados etíopes feridos, deitados em colchões sujos de sangue", disse Abdullahi Hassan por telefone. "Eles estão indo na direção do aeroporto".

Os islamistas têm apoio popular e dizem que seu principal objetivo é restaurar a ordem na Somália, depois de anos de anarquia.

Addis Ababa teme a formação de um estado islâmico de linha dura e acusa do SICC de querer anexar a região de Ogaden, na Etiópia, onde a população é de origem étnica somali. Especialistas da ONU dizem que 10 países estão armando os dois lados, de forma ilegal.

O Quênia, país vizinho, está se preparando para o aumento do número de refugiados em sua fronteira norte com a Somália. Agências de ajuda tentam ajudar centenas de milhares de somalis afetados pelo conflito e pelas piores enchentes em anos.

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