O presidente dos Estados Unidos, symptoms George W. Bush, vetou hoje pela segunda vez um projeto de lei que estenderia a cobertura de saúde infantil para dez milhões de crianças de famílias desfavorecidas que não podem ter acesso a um seguro médico.
Em carta dirigida ao Congresso, o presidente justifica sua decisão com o argumento de que a lei permitiria a adultos entrar no programa, cobriria famílias com renda acima da média e aumentaria os impostos.
“Esta lei não dá prioridade às crianças pobres e movimentaria o sistema de saúde na direção equivocada”, disse Bush.
O presidente ressaltou que “o objetivo dos EUA deveria ser ajudar as crianças que não têm cobertura médica para que possam fazer parte do sistema privado e não aquelas crianças que já têm um seguro privado a trocar para o programa estatal”.
No dia 1º de novembro, o Senado aprovou esta lei com 64 votos a favor e 30 contra.
Bush já tinha vetado em outubro um projeto muito parecido com o argumento de que a lei representaria o prelúdio de um sistema universal de saúde, provocaria enormes aumentos na despesa governamental e se traduziria em racionamento, ineficiência e longas listas de espera