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Bush: Tratado com a Colômbia ficará <i>morto</i>, a menos que Congresso vote

Arquivo Geral

14/04/2008 0h00

< !--StartFragment -- >O tratado de livre-comércio com a Colômbia ficará “morto”, sale a menos que a Câmara de Representantes dos Estados Unidos programem uma votação para aprová-lo, and afirmou hoje o presidente americano, George W. Bush.


Em reunião com seu Gabinete, Bush expressou a “decepção” de seu Governo porque a Câmara aprovou na semana passada o adiamento, de maneira indefinida, da votação sobre o tratado, que a Casa Branca defende como essencial para a segurança nacional americana.


“O acordo de livre-comércio beneficia nossos interesses, mas estará morto a menos que (a presidente da Câmara, Nancy) Pelosi programe uma data de votação definitiva”, disse o presidente.


Bush enviou na semana passada o projeto de lei que contém o tratado ao Congresso para sua votação, o que, segundo a norma americana, deveria acontecer no prazo máximo de 90 dias legislativos.


No entanto, a votação da quinta-feira eliminou esse prazo máximo, o que possibilita que o projeto de lei possa permanecer indefinidamente no limbo.


A presidente da Câmara Baixa, Nancy Pelosi, e o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, tinham advertido a Bush que não enviasse o projeto de lei ao Congresso sem ter garantidos os votos mínimos necessários para a ratificação do pacto.


Os democratas se opõem ao tratado, ao exigir mais garantias para os trabalhadores e sobre a proteção dos direitos humanos na Colômbia, e pedem mais tempo para negociar com a Casa Branca sobre o documento.


Segundo Bush, a rejeição da Câmara “não tem precedentes”.


“Não nos convém que prejudiquemos um aliado como a Colômbia e que não incentivemos que nossos bens e serviços sejam vendidos no exterior”.


A Casa Branca descreveu o tratado como uma de suas prioridades em política externa.


O tratado, segundo o Governo, contribuiria às exportações de produtos americanos em um momento de “vacas magras” econômicas, e serviria para dar apoio ao Executivo do presidente Álvaro Uribe, um firme aliado dos Estados Unidos em uma região do mundo onde cresce o antiamericanismo.


 

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