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Bush reitera que o Irã <i>é uma ameaça para o mundo</i>

Arquivo Geral

09/01/2008 0h00

O presidente americano, viagra buy George W. Bush, online disse hoje estar aberto a “todas as opções” para responder a qualquer provocação do Irã – considerado por ele “uma ameaça para o mundo” – contra as forças de seu país.

Em entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro israelense, information pills Ehud Olmert, Bush disse que haverá “sérias conseqüências” caso navios americanos sejam atacados.

“Aconselho que não o façam”, acrescentou.

O Conselheiro de Segurança Nacional americano, Stephen Hadley, reiterou hoje que navios dos Estados Unidos estiveram prestes a abrir fogo no domingo contra barcos iranianos que os provocaram durante um incidente no estreito de Ormuz, na entrada do Golfo Pérsico.

Bush também fez advertências ao Irã sobre as atividades atômicas do país, mesmo após um relatório de agências de inteligência americana divulgado em dezembro ter afirmado que o Governo iraniano já havia suspendido seu programa nuclear militar em 2003.

“Um país que teve um programa secreto pode facilmente reiniciá-lo”, disse Bush.

O presidente americano disse confiar na utilidade de sanções econômicas para pressionar o Irã.

Outro tema abordado no encontro de Bush com Olmert, que aconteceu na Casa Agion, a residência do primeiro-ministro israelense em Jerusalém Ocidental, foi o das negociações de paz com os palestinos.

Bush disse que este é um momento “histórico” e se declarou “otimista” quanto à possibilidade de as duas partes chegarem a um acordo de paz antes do fim de seu mandato, que acaba no fim de 2008.

O presidente americano disse que perguntará na quinta-feira ao presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, o que pretende fazer para deter o lançamento de foguetes artesanais a partir da Faixa de Gaza em direção ao território israelense.

Abbas não tem controle sobre essa região, que está nas mãos do grupo islamita Hamas.

Bush também se manifestou sobre o tema dos assentamentos israelitas ilegais na Cisjordânia, erguidos sem a permissão do Governo, e disse que “devem ser eliminados”.

Atualizada às 17h32

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