O presidente dos Estados Unidos, information pills George W. Bush, viagra order se reuniu hoje no Pentágono com os mais altos comandantes militares para conhecer as opiniões deles sobre a situação no Iraque, patient num encontro “às claras” com cada um.
Participaram da reunião os chefes do Estado-Maior de cada uma das divisões das Forças Armadas americanas (Exército, Marinha, Força Aérea e os Fuzileiros Navais), além do Chefe do Estado-Maior Conjunto, o general Peter Pace e do secretário de defesa dos EUA, Robert Gates.
Bush chegou ao encontro acompanhado pelo vice-presidente Dick Cheney. A intenção era ouvir um balanço de cada comandante, além de recomendações a partir de suas perspectivas, segundo o general Richard Sherlock, responsável pelas operações do Estado-Maior Conjunto.
O encontro não foi aberto à imprensa. No entanto, uma declaração escrita de Bush vazou. No texto, o presidente afirmou que os americanos saberão muito em breve quais são as avaliações feitas pelo embaixador americano no Iraque, Ryan Crocker, e pelo comandante das tropas dos EUA no país árabe, general David Petraeus.
Bush antecipou que o relatório que ambos apresentarão ao Congresso mostrará “o que vai bem, o que pode melhorar e os ajustes que devem ser feitos nos próximos meses”. Ele pediu aos congressistas para guardar opiniões até escutá-los.
“O que está em jogo no Iraque é muito e as conseqüências são muito graves para permitir que os políticos prejudiquem a missão de nossas tropas”, declarou o presidente.
Petraeus irá ao Capitólio na semana iniciada em 10 de setembro, ainda sem uma data exata definida. Em seguida, no dia 15, Bush apresentará suas conclusões sobre o caminho que os legisladores devem seguir.
O presidente já demonstrou que a retirada das tropas não está entre suas opções. O líder afirmou, em seus últimos discursos públicos, que essa atitude teria conseqüências devastadoras não só para os iraquianos mas também para toda a região e inclusive para a segurança americana.
Alguns dos comandantes militares não possuem o mesmo pensamento. Embora não tenha vazado o que eles disseram ao presidente, o general Sherlock antecipou hoje que Bush não esperava ter um consenso na reunião do Pentágono.
Segundo Sherlock, os generais não precisam necessariamente entrar em consenso sobre suas opiniões e recomendações. Ele não entrou em detalhes sobre as diferenças que existem entre eles em torno da conveniência ou não de manter o atual número de tropas em território iraquiano.
Alguns afirmaram claramente ter medo de que uma forte mobilização como a atual – de mais de 160 mil efetivos – possa minar a capacidade das Forças Armadas de enfrentar eventuais novas ameaças.
Segundo as publicações da imprensa nos últimos dias, há outros que apostam em começar a preparar a retirada, somando-se assim a oposição de democratas e alguns republicanos que declararam abertamente que o plano de Bush no Iraque não funciona. Essa é a conclusão de uma série de relatórios divulgados nos últimos dias.
O último deles, que fontes do Pentágono anteciparam hoje à imprensa, foi elaborado por uma comissão independente liderada pelo ex-responsável das tropas dos EUA na Europa, o general James Jones. O relatório indica que a Polícia nacional iraquiana está tão corrupta e contaminada pelo sectarismo que seria conveniente eliminá-la e substituí-la por outra força.
O balanço recolhido neste documento, que será apresentado no Congresso na próxima semana, não é muito distante da minuta do relatório do Escritório de Supervisão do Governo dos Estados Unidos (GAO, na sigla em inglês), que afirma que o Iraque atingiu apenas três dos 18 objetivos fixados pelos congressistas americanos.
Além disso, se for acrescentada a avaliação divulgada na semana passada pelas agências de inteligência americanas, que prevê que o atual Governo do Iraque será anda “mais precário” em um prazo de seis a 12 meses.