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Bush pede aumento das tropas no Afeganistão para combater terrorismo

Arquivo Geral

02/04/2008 0h00

< !--StartFragment -- >O presidente dos Estados Unidos, viagra sale George W. Bush, fez hoje um enérgico pedido de extensão da força da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para o leste europeu e de aumento significativo das tropas no Afeganistão poucas horas antes do início da cúpula da aliança militar em Bucareste, Romênia.


Em discurso na capital romena, Bush expôs sua posição sobre o futuro da Aliança, que, segundo ele, deve passar a ser agora uma “força expedicionária” capaz de enfrentar os desafios do século XXI.


O presidente americano defendeu o projeto de seu país de estabelecer um escudo antimísseis no leste europeu – o que Moscou considera “uma ameaça” -, e afirmou que a medida é necessária para enfrentar as ameaças potenciais procedentes do Oriente Médio, especialmente do Irã.


Bush lembrou as ameaças de Osama bin Laden contra a Europa para afirmar que “a principal prioridade” da Otan deve ser a luta contra a Al Qaeda e outros grupos terroristas.


Diante disto, instou os 26 países membros da Otan a aumentarem de forma significativa suas contribuições à força de paz da Aliança no Afeganistão.


“Caso não consigamos derrotar os terroristas no Afeganistão, teremos que enfrentá-los em nosso próprio território”, declarou Bush.


Em uma entrevista coletiva com o presidente romeno, Traian Basescu, Bush expressou sua esperança de que os 26 membros da aliança militar se comprometerão a enviar um número significativo de reforços.


Os EUA anunciaram que enviarão mais 3 mil fuzileiros navais para apoiarem os 56 mil homens da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) no Afeganistão.


Já o presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou que seu país enviará também mais soldados, que poderiam chegar a várias centenas, e a Romênia também se pronunciou neste sentido.


Bush não quis dizer se as ofertas dos aliados serão suficientes e afirmou que entende os obstáculos políticos que impedem que algumas nações prometam mais soldados.


No entanto, declarou: “convém a todos ter êxito, pois não queremos que o inimigo volte a gozar de um refúgio novamente”.


Os aliados realizarão amanhã uma reunião especialmente dedicada ao Afeganistão, que também contará com a presença do presidente deste país, Hamid Karzai.


Bush, que esta tarde se reunirá com o secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, antes do início oficial da cúpula, afirmou também que parte da modernização da Otan passa por sua expansão para o leste.


O presidente americano ainda lembrou que a organização aprovará amanhã a sugestão de ingresso pleno de Croácia, Albânia e Macedônia.


Bush se mostrou a favor de um diálogo com a Bósnia e Montenegro e, sobretudo, de oferecer um plano de ação às ex-repúblicas soviéticas da Ucrânia e da Geórgia que abra o caminho para uma possível entrada de pleno direito por parte destes países no futuro.


“A posição do meu país está clara: a Otan deveria dar as boas-vindas à Ucrânia e à Geórgia ao Plano de Ação. O ingresso na Otan deve permanecer aberto a todas as democracias européias que o buscam e estejam dispostas a compartilhar as responsabilidades do que representa ser membro da Otan”, declarou Bush.


Para a Rússia uma aproximação da Aliança com essas ex-repúblicas soviéticas teria “terríveis conseqüências”.


A Aliança está dividida sobre a conveniência de se oferecer um plano de ação a Tbilisi e Kiev e, ontem, o primeiro-ministro francês, François Fillon, declarou que o mesma não seria conveniente para as relações de poder na Europa.


Bush, que se reunirá este fim de semana em Sochi, na Rússia, com o presidente russo Vladimir Putin, lançou uma advertência aos aliados para que não se deixem influenciar pela opinião de Moscou, que não é membro da Aliança.


Entretanto, ao mesmo tempo deixou uma mensagem de tranqüilidade a Putin ao dizer que a Rússia não tem nada a temer da Otan, pois os tempos da Guerra Fria passaram e Moscou não é mais um inimigo.


Segundo Bush, o escudo antimísseis que os EUA querem colocar na Polônia e na República Tcheca não está voltado para a Rússia, mas para possíveis ataques provenientes do Oriente Médio.


O presidente americano afirmou que hoje não existe um dispositivo para defender o continente de um possível ataque vindo do Oriente Médio e disse que o Irã poderia testar mísseis balísticos de longo alcance capazes de chegar à Europa ou aos EUA. Bush ainda chamou de “urgente” a necessidade de atenuar esta carência.


“Convidamos a Rússia a se unir a nós neste esforço de cooperação para defender a Rússia, a Europa e os EUA contra uma ameaça emergente que poderia nos afetar”, declarou o presidente americano.


 

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    02/04/2008 0h00

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    O presidente dos Estados Unidos, page George W. Bush, hospital fez hoje um enérgico pedido de extensão da força da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para o leste europeu e de aumento significativo das tropas no Afeganistão diante da gravidade da ameaça talibã.


    Em entrevista coletiva em Konstanz, stuff no leste da Romênia, onde hoje se reuniu com o presidente local, Traian Basescu, Bush expressou sua esperança de que, na cúpula da Otan que começa hoje, os 26 membros da Aliança se comprometam a enviar um número significativo de reforços.


    “Esperamos que nossos aliados da Otan façam o que é necessário para o êxito”, afirmou o presidente americano.


    Os EUA anunciaram que enviarão 3.200 fuzileiros navais para se juntarem aos cerca de 50 mil soldados com que já conta a Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) no Afeganistão.


    O presidente francês, Nicolas Sarkozy, confirmou que seu país enviará também mais soldados, enquanto outros nove países, como Noruega e Romênia, também ofereceram contribuições para o aumento de tropas no local.


    Bush não quis se pronunciar sobre se as ofertas de seus aliados serão suficientes e disse que “por esta razão existem as cúpulas”.


    O presidente dos EUA afirmou entender os obstáculos políticos que impedem algumas nações de prometerem enviar tropas extras, mas alertou que “a todos convém ter êxito, pois não quer que o inimigo volte a gozar de um refúgio novamente”.


    Já o presidente romeno afirmou que um fracasso no Afeganistão “reduziria drasticamente a credibilidade” da organização.


    A Isaf passa por problemas para enfrentar o movimento talibã, que tem força no sul do Afeganistão. Tropas canadenses presentes na região afirmaram que só manterão sua presença na área se forem enviados mais mil soldados além de aviões-espião.


    A Aliança Atlântica realizará amanhã uma reunião especialmente dedicada ao Afeganistão, na qual estará presente o presidente do país, Hamid Karzai.


    Anteriormente, em discurso em Bucareste, Bush afirmou que “a principal prioridade” da Otan deve ser a luta contra a rede terrorista Al Qaeda. “Se não pudermos derrotar os terroristas no Afeganistão teremos que enfrentá-los em nosso próprio solo”, declarou.


    Em seu discurso Bush expressou também a necessidade de que a Aliança se abra para o leste e não só aceite como membros a Croácia, a Macedônia e a Albânia, mas também ofereça à Ucrânia e à Geórgia um Plano de Ação para Adesão (MAP), o que deixaria os países bem próximos ao ingresso na Otan.


    “A posição do meu país está clara: a Otan deveria dar as boas-vindas à Ucrânia e à Geórgia ao Plano de Ação. O ingresso na Otan deve permanecer aberto a todas as democracias européias que o buscam e estejam dispostas a compartilhar as responsabilidades do que representa ser membro da Otan”, declarou Bush.


    Para a Rússia uma aproximação da Aliança com essas ex-repúblicas soviéticas teria “terríveis conseqüências”.


    O presidente americano, que se reunirá com o presidente Vladimir Putin, advertiu os aliados de que Moscou não deve ter o “direito ao veto”.


    Entretanto, deixou também uma mensagem de tranqüilidade a Putin ao dizer que a Rússia não tem nada a temer da Otan, pois os tempos da Guerra Fria passaram e Moscou não é mais um inimigo.


    Bush quer colocar também na cúpula a discussão sobre a colocação de um escudo antimísseis na Polônia e na República Tcheca, o que Moscou considera uma ameaça.


    Tanto na entrevista coletiva como em seu discurso, Bush afirmou que o aparato de proteção não será dirigido contra a Rússia, como afirma Putin, mas sim contra possíveis ataques provenientes do Oriente Médio.


    Segundo Bush, hoje não há um dispositivo para defender o continente de um possível ataque vindo do Oriente Médio e qualificou de “urgente” a necessidade de atenuar essa carência.


     

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