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Mundo

Bush inclui aquecimento global em seu discurso anual

Arquivo Geral

16/01/2007 0h00

Após registrar crescimento em torno de 1, treat dosage 7% por dois meses consecutivos, seek as vendas reais na indústria caíram 0,33% em novembro. Os dados, que já levam em conta os ajustes sazonais (variações da produção conforme a época do ano), são da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que divulgou hoje os Indicadores Industriais de novembro.

O mesmo ocorreu com as horas trabalhadas na produção, que apresentaram queda de 0,74% em novembro, depois de seis meses seguidos de aumento. Para o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, o índice não representa o fim do ciclo de crescimento da atividade industrial.

Na avaliação da entidade, como outubro tinha registrado o segundo melhor nível de vendas da história, a base de comparação foi alta, o que, conforme Castelo Branco, explica as quedas registradas. “Na verdade, houve apenas uma acomodação após um período de crescimento expressivo”, analisa Castelo Branco. Ele diz ainda que, nos finais de ano e nos dois primeiros meses do ano seguinte, é normal haver desaceleração na indústria.

Segundo o economista da CNI, um exemplo de que a tendência de crescimento do setor não está comprometida é o fato de que o total de trabalhadores na indústria cresceu pelo 12º mês consecutivo. Em novembro, o indicador subiu 0,42% (com ajuste sazonal). O índice está acima da média mensal de 0,34% registrada em 2006.

Castelo Branco afirma ainda que a comparação com os dados de novembro de 2005 revela que a atividade industrial, na verdade, continua em expansão. Em 12 meses, as vendas reais cresceram 3,69%, a quantidade de pessoas empregadas no setor aumentou 3,88% e o total de horas trabalhadas subiu 1,89%.

Para a entidade, o crescimento da indústria em 12 meses deve-se principalmente ao desempenho no segundo semestre, quando a queda dos juros básicos da economia foi intensificada. “No primeiro semestre de 2006, esses números eram praticamente estáveis em relação ao ano anterior”, destaca Castelo Branco. “Foi a partir de julho que as vendas e o faturamento começaram a deslanchar”.

Apesar da desaceleração registrada em novembro, Castelo Branco diz que a indústria começa 2007 embalada pelo cenário econômico registrado no final de 2006. “O emprego continua em trajetória de expansão e a economia continua num ritmo de crescimento moderado”, diz. “A melhoria das condições de crédito, a queda de juros e o crescimento da renda e do emprego vão continuar a impulsionar principalmente os segmentos voltados para a demanda doméstica e de baixa renda”, avalia.

A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou hoje sobre uma "crise dormente" na cidade petrolífera de Kirkuk, troche no norte do Iraque, more about onde membros das etnias turcomana e árabe estariam sendo intimidados pelas forças curdas.

Situada em cima de um dos campos de extração de petróleo mais ricos do mundo e a pouca distância da fronteira do Curdistão iraquiano, que conta com bastante autonomia, Kirkuk pode se transformar em um ponto de conflito, afirmou a ONU em um relatório. Os fatos que acontecem na região já são acompanhados de perto pelos países vizinhos, como a Turquia, que possui laços históricos com os turcomanos e que desconfia dos planos dos curdos.

Os curdos, a seu turno, desejam anexar a cidade e transformá-la em sua capital. A nova Constituição do Iraque manda que um plebiscito seja realizado, ainda neste ano, a fim de resolver essa questão. Durante a ditadura de Saddam Hussein, a cidade foi alvo de uma política de "arabização", responsável por expulsar muitos curdos de suas casas a fim de substituí-los por árabes, em sua maioria muçulmanos xiitas vindos do sul do Iraque.

Depois da invasão norte-americana, em 2003, muitos curdos regressaram para Kirkuk. E os árabes e turcomanos presentes na cidade passaram a denunciar operações de "limpeza étnica". O Grupo de Estudo sobre o Iraque, um órgão bipartidário dos EUA que entregou um relatório ao presidente norte-americano, George W. Bush, no mês passado, disse haver um "grande risco" de que o plebiscito alimente novos episódios de violência em Kirkuk.

Em seu relatório bimensal sobre a situação dos direitos humanos no Iraque, a ONU disse que a deterioração do cenário em Kirkuk era motivo de muita preocupação, em especial em relação aos direitos dos árabes e dos turcomanos, descritos como "minorias", apesar de os dados censitários serem controversos.

"Eles deparam-se com cada vez mais ameaças, intimidações e detenções, muitas vezes em prédios do KRG (Governo Regional Curdo) dirigidos por membros dos órgãos de inteligência curdos ou das forças de segurança curdas", afirmou. "Tais violações podem ser um prelúdio para uma crise ainda dormente e que se manifestaria em Kirkuk dentro dos próximos meses", disse.

O documento citou, entre os problemas, as prisões arbitrárias realizadas pelas forças de segurança e por milícias curdas e disse que os integrantes de cada grupo étnico começaram a morar cada vez mais perto uns dos outros a fim de se protegerem. A Turquia teme que os curdos iraquianos transformem Kirkuk na capital de um novo e independente Estado curdo.  A formação desse novo país poderia levar à retomada, pelos curdos, dos esforços separatistas no sudeste turco.

Na semana passada, a Turquia afirmou que não poderia ficar de braços cruzados vendo os curdos assumirem o controle sobre Kirkuk. Analistas dizem, porém, ser improvável que os turcos, membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e aliados dos EUA, intervenham militarmente na região.

Mas o governo da Turquia poderia fazer pressões diplomáticas e comerciais. Pelo território turco, passam importantes vias de escoamento, rumo ao Ocidente, do p etróleo iraquiano. O relatório da ONU avisou que a violência também aumentava em Mosul, outra cidade localizada perto do Curdistão e onde os curdos e os árabes mantêm uma convivência difícil. Segundo o organismo internacional, cerca de 40 mortes de civis e policiais foram registradas semanalmente na região, nos últimos meses.

Um prédio de gabinetes do Câmara dos Deputados dos Estados Unidos reabriu hoje depois que a polícia do Capitólio investigou um alarme e não encontrou problemas. Na manhã de hoje, viagra a polícia esvaziou o prédio de gabinetes Longworth, viagra order adjacente ao Capitólio dos EUA, price para investigar o alarme.

Um porta-voz da polícia não estava disponível para comentar sobre a possível causa do alarme, mas um funcionário do Congresso disse que um aviso de "tudo liberado" foi dado.

A Europa terá de depender de uma ampla variedade de países, cheap começando pelo Brasil e Indonésia, viagra approved se quiser cumprir as ambiciosas metas de elevar a participação dos biocombustíveis no setor de transporte, web anunciou o órgão executivo da União Européia hoje.

Com a uma meta proposta de 10% de participação para os biocombustíveis no total de combustível usado em veículos até 2020, a Comissão Européia reconhece que serão necessárias mais importações, tanto de produtos já processados quanto de matérias-primas, para complementar a oferta interna.

"Embora seja possível elevar a produção interna da Europa, também teremos de contar, em certa medida, com importações, para atingir a meta dos 10%", disse Michael Mann, porta-voz da Comissão Européia para a agricultura.

"Será uma combinação de importações de países como Brasil e Indonésia e de produção interna", disse Mann. O Brasil, maior fornecedor mundial de etanol produzido a partir de cana, seria um candidato óbvio a ampliar suas exportações aos mercados da União Européia. Para o biodiesel, feito principalmente de óleos vegetais, a Indonésia seria provavelmente a fornecedora primária.

As propostas da Comissão precisam ser aprovadas pelos ministros dos países-membros. As maiores necessidades de importação, por sua vez, acarretam perigos como excessiva dependência de um único fornecedor e danos ambientais em outros países. Para evitar esses riscos, a União Européia teria de usar diversas fontes de importação, o que garantiria a sustentabilidade ambiental dos produtos fornecidos à Europa, disse Mann.

"Queremos diversificar as fontes. Não queremos subitamente depender demais de um país onde possa haver problemas ambientais", disse. "Estamos no momento trabalhando em alguma forma de sistema de certificação que garanta que os biocombustíveis importados, ou sua matéria-prima, sejam gerados por produção sustentável", disse. "Mas o processo está em estágio inicial de desenvolvimento."

O sistema poderia seguir o exemplo daquele voluntário desenvolvido pela União Européia para madeira, de 2005, onde exportadores têm de provar que seu produto não vem de florestas ameaçadas, disse.

A União Européia também poderia importar matérias-primas como biomassa para serem processadas no bloco. Nesse caso, Rússia e Ucrânia são possíveis fornecedores. "Há receio de monocultura se estimularmos o crescimento de matérias-primas na União Européia. Isso é algo que estamos tentando evitar por meio de políticas de rotação de culturas."

A Itália não vai se opor à ampliação da base aérea de Vicenza, sale a maior dos Estados Unidos na Europa, price disse o primeiro-ministro Romano Prodi hoje, apesar de seu gabinete de centro-esquerda estar dividido sobre o tema.

Há planos do Pentágono para ampliar a base, perto de Veneza, para que ali se concentre toda a 173a Brigada Aerotransportada, que atualmente se divide entre Alemanha e Itália.

"Estou prestes a dizer ao embaixador dos EUA que o governo italiano não vai se opor à decisão do governo anterior e da prefeitura de Vicenza para permitir a expansão da base militar", disse Prodi a jornalistas durante visita à Romênia.

A base de Vicenza é a sede da Força Tarefa dos EUA no Sul da Europa, que desde 1951 funciona na Itália. A base abriga também uma força de reação rápida que já foi acionada no Iraque e no Afeganistão.

Prodi tinha até sexta-feira para decidir, e aparentemente se curvou aos argu mentos do grupo mais centrista, segundo o qual a recusa iria irritar os norte-americanos e custar empregos à Itália.

No fim-de-semana, o ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, que foi um grande aliado dos EUA, disse que o antiamericanismo estava interferindo na política externa da Itália. O dirigente comunista Oliviero Diliberto se disse "muito desapontado, muito desgostoso" com a decisão de Prodi.

Moradores da região contrários à ampliação vinham fazendo grandes manifestações e prometem mais uma para a noite de hoje. Já os defensores do acordo devem se manifestar na quarta-feira em Roma. O vereador Ciiro Asproso disse que foi "um duplo erro". 

"Não só Prodi agiu unilateralmente, sem consultar seus ministros, como tomou uma decisão errada sobre a base", afirmou. Defensores da ampliação, inclusive alguns sindicatos locais, dizem que a obra, de centenas de milhões de dólares, trará muitos empregos, e que centenas de vagas seriam fechadas se os Estados Unidos decidissem transferir toda a brigada para a Alemanha.

O presidente dos Estados Unidos, see George W. Bush, story vai delinear na próxima semana, what is ed durante seu discurso do Estado da União, uma política sobre o aquecimento global, da qual devem continuar excluídas metas obrigatórias de redução na emissão de gases do efeito estufa, disse a Casa Branca hoje.

"Não é correto, é errado", disse o porta-voz Tony Snow a respeito dos relatos na imprensa de que Bush poderia aceitar limites obrigatórios nas emissões de poluentes para combater o aquecimento.

O jornal britânico The Observer disse na edição de domingo ter recebido informações de fontes em Londres de que Bush iria apresentar uma nova política climática em seu discurso anual ao Congresso, no dia 23. Aliados dos EUA, como Alemanha e Grã-Bretanha, defendem um novo acordo contra o aquecimento global em substituição ao Protocolo de Kyoto, que expira em 2010.

O governo Bush retirou os EUA do protocolo por entender que os limites seriam prejudiciais à economia norte-americana. Mas Bush incentivou uma série de iniciativas para o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como hidrogênio e etanol, tema que deve ser enfatizado em seu discurso.

As posturas do governo Bush a respeito do aquecimento global e de outras questões ambientais parecem ter evoluído ao longo de 2006, a partir do discurso do Estado da União em que Bush afirmou que os EUA estavam viciados em petróleo e precisavam investir em novas tecnologias para combater isso.

Após anos de ceticismo e pedidos de mais pesquisas sobre as causas do aquecimento global, Bush admitiu em meados deste ano que a ação humana agrava o problema. O governo também cogita incluir os ursos polares na lista de espécies ameaçadas, devido ao degelo do seu ambiente, em mais um fator que poderia pressionar as autoridades a imporem medidas mais duras contra o aquecimento.

Mas Snow afirmou que Bush mantém sua ênfase em medidas voluntárias. "O presidente acredita em fazer de tudo em nosso poder para usar a inovação e a força da inovação para alcançar os objetivos de termos uma energia mais limpa e abundante."

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