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Bush elogia acordo no Iraque, mas diz que ainda há muito a ser feito

Arquivo Geral

27/08/2007 0h00


O presidente dos Estados Unidos, approved George W. Bush, buy elogiou hoje o acordo alcançado entre os líderes xiitas, rx curdos e sunitas do Iraque para superar a crise política atravessada pelo país, embora tenha advertido a eles que ainda há muito trabalho para ser feito.

Após felicitar os responsáveis de todas as comunidades que convivem em território iraquiano, Bush ressaltou o fato de que eles tenham reconhecido a necessidade de se estabelecer uma “reconciliação verdadeira e significativa”, e que tenham se comprometido a “trabalhar juntos em benefício de todos os iraquianos”.

Em um breve pronunciamento na sua chegada a Alburquerque (Novo México), o presidente revelou que tinha falado com os artífices do compromisso ratificado neste domingo para transmitir-lhes sua satisfação por este primeiro passo para o avanço da superação das grandes diferenças políticas.

“Embora o acordo de ontem represente um grande passo, lembrei a eles, e eles entendem isso, que ainda há muito a ser feito”, acrescentou. Bush também lhes disse que os Estados Unidos continuarão dando apoio a seus esforços para combater as “forças do terror” que tentam derrubar a incipiente democracia iraquiana.

O presidente manifestou, além disso, sua satisfação pelo desejo expressado pelas autoridades iraquianas de desenvolver uma relação a longo prazo com os Estados Unidos baseada em juros comuns e assegurou que sua administração se compromete a desenvolver essa relação para transformar o desejo em realidade.

O acordo alcançado ontem ficou conhecido através de um comunicado presidencial no qual se anunciava que o presidente do país, o curdo Jalal Talabani; o primeiro-ministro, o xiita Nouri al-Maliki; o vice-presidente sunita, Tareq al-Hashemi, e o presidente da região autônoma do Curdistão, Massoud Barzani, chegaram a um compromisso de cooperação após várias reuniões.

A nota dizia que os dirigentes “pediram o esforço de todas as partes para encontrar uma solução para superar a crise política, administrativa, econômica e de segurança atravessada pelo país”. Os signatários do acordo se comprometeram, além disso, a realizar reuniões periódicas para “estudar as principais questões estratégicas e resolvê-las”.

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