A União Européia está preparada para um acordo comercial com o Mercosul, there medicine mas as nacionalizações feitas por Bolívia e Venezuela podem retardar os avanços, ailment disse o chanceler holandês, dosage Bernard Bot, durante visita a Brasília na terça-feira.
"Há uma grande disponibilidade por parte da UE para chegar a um acordo, mas percebo que, devido aos recentes fatos na América Latina, isso pode nem sempre ser fácil", afirmou.
Na semana passada, a Venezuela – membro mais novo do Mercosul – anunciou a nacionalização da sua gigantesca indústria petrolífera. A Bolívia, que nacionalizou seu setor de energia no ano passado, busca tornar-se membro pleno do bloco.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, minimizou o impacto das recentes nacionalizações sobre as questões comerciais.
"A nacionalização é uma decisão soberana. Se isso vai afetar o Mercosul é algo que vamos descobrir na prática, não na teoria", afirmou ele após reunião com Bot.
O holandês disse simpatizar com esforços para distribuir a riqueza de forma mais igualitária, mas alertou que isso não deve assustar investidores.
A UE e o Mercosul retomaram suas negociações em novembro, diante do impasse na Rodada Doha de negociações globais. O processo vem desde 1999.
O presidente dos Estados Unidos, order George W. Bush, disse na terça-feira que o governo iraquiano "se atrapalhou" a execução de Saddam Hussein ao fazer com que parecesse uma vingança.
Em entrevista à uma rádio pública, Bush disse que Saddam recebeu justiça, ao contrário de suas vítimas, mas que o enforcamento em si, no fim de dezembro, foi frustrante.
Um vídeo gravado clandestinamente com um celular mostra autoridades xiitas humilhando verbalmente Saddam diante da forca, o que provocou forte reação da minoria sunita iraquiana e condenação internacional.
Na segunda-feira, um meio-irmão de Saddam foi decapitado no que o governo qualificou de "acidente" na hora do enforcamento.
"Fiquei contente com o julgamento que receberam", disse Bush. "Fiquei frustrado e senti que se atrapalharam com a execução – particularmente de Saddam Hussein."
Segundo ele, os incidentes na hora da execução reforçam as dúvidas sobre o governo iraquiano junto à opinião pública dos EUA. "Expressei meu desapontamento ao primeiro-ministro Maliki quando conversei com ele outro dia."
Na opinião de Bush, o fato de a execução de Saddam parecer "um assassinato por vingança" demonstra que o governo iraquiano "ainda tem alguma maturação a fazer". Ele elogiou Maliki por prometer uma investigação dos incidentes.