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Mundo

Bush admite que decisões dos Estados Unidos desestabilizaram o Iraque

Arquivo Geral

13/01/2007 0h00

Centenas de milhares de espanhóis, shop unhealthy grande parte em silêncio, information pills pill marcharam pela paz no sábado, duas semanas após o grupo separatista basco ETA quebrar o "cessar-fogo permanente", que durou nove meses, com um ataque com carro bomba.

Manifestantes em Madri, Bilbao e outras cidades espanholas carregavam faixas com slogans como "Pela paz —contra o terrorismo", "Nós somos todos vítimas do ETA" e "A paz é uma tarefa de todos nós".

Os protestos, que causaram brigas políticas sobre quem deveria participar e sob qual slogan, ocorreram depois que o ETA assumiu responsabilidade pela bomba no aeroporto de Barajas, em Madri, que matou duas pessoas.

A marcha finalmente foi iniciada sob o slogan "Pela paz, vida e liberdade e contra o terrorismo".

A disputa levou à ausência do oposicionista Partido Popular da marcha em Madri, sendo essa a primeira vez que um partido importante não comparece a uma manifestação anti-ETA desde que a democracia retornou à Espanha, na década de 70.

A decisão acabou gerando outros slogans, como "Ausências ajudam o ETA" e "onde está Gallardon?", em referência ao prefeito de Madri, Alberto Ruiz Gallardon, integrante do Partido Popular.

O Batasuna, braço político banido do ETA, recusou-se a juntar à marcha em Bilbao porque o slogan do protesto incluía a frase "Nós exigimos que o ETA encerre a violência".

A prefeitura de Bilbao estimou que cerca de 80 mil pessoas participaram do protesto na cidade basca.

Desde a explosão, o governo espanhol rompeu o processo de paz que muitos esperavam poderia ajudar a encerrar a violenta campanha do ETA pela independência do País Basco. Mais de 800 pessoas foram mortas em aproximadamente quatro décadas de violência.

O Partido Popular, liderado por Mariano Rajoy, dissera que se juntaria à marcha em Madri se o slogan contivesse a palavra "liberdade".

Mas quando a palavra foi incluída, o partido decidiu que não participaria mesmo assim e exigiu que ambas as marchas fossem canceladas, acusando o governo de não ter uma política anti-terror realista.

No início desta semana, o ETA reafirmou o cessar-fogo declarado em março, mas simultaneamente clamou responsabilidade pela bomba em Barajas e ameaçou outras ações.

Desde a explosão, o governo tem estado sob intensa pressão do Partido Popular para que diga qual será sua política para a região basca.

O primeiro-ministro socialista Jose Luis Rodrigues Zapatero irá ao parlamento na segunda-feira para discutir a questão, mas não estará na marcha de Madri convocada por sindicatos e um grupo representando imigrantes equatorianos, nacionalidade de ambas as vítimas da bomba.

Outro grupo, a Associação de Vítimas Contra o Terrorismo, que já organizou grandes marchas anti-ETA no passado apoiada pelo Partido Popular, também está boicotando o protesto porque diz que este é uma ato que apóia "negociação com terroristas".

Pane no sistema de radiofreqüência do 2º Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Espaço Aéreo (Cindacta 2), there com sede em Curitiba, provocou atrasos em 63 dos 196 vôos previstos, além de 11 cancelamentos, nos principais aeroportos da Região Sul do país, entre às 18h de sexta-feira e às 10h30 deste sábado, de acordo com boletim da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A primeira pane no serviço de rádio que monitora as operações do Cindacta 2 foi às 14h de sexta-feira. O problema foi resolvido 25 minutos depois, sem maiores conseqüências, mas o sistema voltou a apresentar defeito às 18h e permaneceu duas horas fora do ar, provocando a suspensão de pousos e decolagens, mais atrasos em cadeia nos aeroportos de Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba e no de Congonhas, em São Paulo.

Para tentar resolver de uma vez por todas o problema de falta de comunicação com as aeronaves, com prejuízos para o controle do tráfego aéreo, o Comando da Aeronáutica enviou neste sábado a Curitiba uma equipe técnica com equipamentos de última geração para detectar o defeito. O objetivo é sanar o problema local e evitar conseqüências também para a área do Cindacta 1, em Brasília, que monitora 80% dos vôos do país.

De acordo com o boletim da Anac, o aeroporto mais prejudicado no horário analisado, em número de ocorrências, foi o de Congonhas, onde, dos 90 vôos programados, nove atrasaram (três da TAM, três da Varig, dois da OceanAir e um da Gol) e seis foram cancelados (três da TAM e três da Gol).

Em termos percentuais, os maiores transtornos e com atrasos mais demorados ocorreram no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Dos 32 vôos previstos, 26 atrasaram (13 da Gol, sete da TAM, dois da OceanAir, dois da Webjet, um da Varig e um da BRA) e teve um cancelamento da Gol.

No aeroporto de Curitiba foram registrados 16 atrasos em 53 dos vôos programados (oito da TAM, sete da Gol e um da Trip  — táxi aéreo), além de quatro cancelamentos (dois da TAM, um da Gol e outro da OceanAir). Dos 21 vôos a partir de Florianópolis, 12 atrasaram (sete da TAM, quatro da Gol e um da Varig), sem nenhum cancelamento.

A polícia apreendeu 15 latas de merla no Conic neste sábado. A droga estava com uma mulher, unhealthy que não foi identificada.

Segundo o telejornal DFTV, for sale o local já vem sendo apontado pela Polícia como um ponto de venda da droga. Somente nos últimos cinco dias foram encontradas 131 latas de merla que seriam vendidas no local.

Um acidente com um ônibus em Tuxtepec, seek no México, for sale matou 11 pessoas e deixou outras 47 feridas. Segundo autoridades mexicanas, o veículo trafegava com excesso de passageiros.

Por volta das 2h45 (horário de Brasília), o ônibus caiu em um barranco de cerca de 50 metros de profundidade. O veículo ia para a Cidade do México.

Segundo dados da polícia local, nove pessoas morreram na hora do acidente, enquanto outras duas chegaram a ser levadas a um hospital, mas não resistiram.

O presidente norte-americano George W. Bush reconheceu no sábado que algumas decisões de seu governo durante a guerra do Iraque contribuíram para a instabilidade naquele país, ampoule mas ele ainda acredita que estava certo ao derrubar Saddam Hussein.

Insistindo que era crucial para os interesses dos Estados Unidos controlar a violência sectária no Iraque, view Bush disse à rede CBS em uma entrevista que a discórdia ali representava uma força desestabilizadora no Oriente Médio que "poderia levar a ataques aqui na América".

Pressionado a dizer quais ações de seu governo haviam criado mais instabilidade no Iraque, Bush disse: "bem, sem dúvida, decisões tornaram as coisas instáveis".

Mas ele acrescentou que "minha decisão de remover Saddam Hussein foi a decisão correta no meu julgamento".

Bush concedeu entrevista a Scott Pelley, do programa 60 Minutes, que ir á ao ar no domingo, após anunciar o plano de enviar mais 21.500 homens às áreas mais violentas do Iraque.

No discurso em que anunciou uma revisão de sua estratégia para o Iraque, Bush reconheceu erros, dizendo que deveria ter aumentado o contingente de soldados antes.

"Eu penso que a história olhará para trás e revelará que de muitas maneiras nós poderíamos ter feito as coisas melhores. Não há dúvidas sobre isso", disse Bush ao 60 Minutes.

Bush promoveu a invasão ao Iraque em 2003, prometendo livrar o país de armas de destruição em massa, que nunca foram encontradas. Ele disse na entrevista à CBS que se Saddam tivesse permanecido no poder o líder iraquiano teria competido com o Irã para adquirir uma arma nuclear.

A CBS informou que Bush havia dito que assistiu partes do vídeo da execução de Saddam Hussein mas não todo porque ele não quis ver o momento do enforcamento.

O governo do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, foi duramente criticado pela maneira com que o enforcamento de 30 de dezembro foi executado. Muitos alegaram que a execução foi feita às pressas e que a data, no primeiro dia de um feriado religioso, foi uma escolha inapropriada.

Os insultos feitos a Saddam por oficiais xiitas enquanto ele estava na forca provocou a ira de muitos árabes sunitas no Iraque. A execução foi ilegalmente gravada em vídeo e colocada na Internet.

"Eu achei desalentador", disse Bush sobre o vídeo. "É importante que esse capítulo da história do Iraque seja encerrado. Mas eles poderiam ter feito isso de uma maneira muito melhor".

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