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Mundo

Burkina Fasso desmente soltura de italiana refém da Al Qaeda

Arquivo Geral

10/03/2010 15h08

A italiana de origem burquinense Philomene Kaboure ainda não foi libertada e continua em poder do braço da Al Qaeda no Magrebe, informou à Agência Efe uma fonte da Presidência de Burkina Fasso.

A trabalhadora humanitária Alicia Gámez, da Espanha, foi a única refém solta hoje pelos sequestradores no norte de Mali.

Segundo informações, Gámez foi levada para Burkina Fasso na manhã de hoje. Depois, partiu imediatamente para a Espanha.

A fonte da Presidência burquinense acrescentou que as autoridades continuam negociando a libertação de Kaboure, do marido dela, o italiano Sergio Cicala, e de dois trabalhadores humanitários espanhóis, Roque Pascual e Albert Vilalta, que estão em poder dos fundamentalistas islâmicos.

Mais cedo, em Bamaco, fontes próximas à negociações disseram à Agência Efe que Gámez e Kaboure tinham sido liberadas no norte de Mali e levadas para a cidade de Gao, de onde embarcaram em um avião com destino a Ouagadougou.

Gámez foi sequestrada na Mauritânia em 29 de novembro, junto a Pascual e a Vilalta. Os três são membros da ONG Barcelona Acció Solidária e, quando foram feitos reféns, integravam um comboio de ajuda humanitária que seguia para Nuakchott, a capital mauritana.

Já Kaboure foi sequestrada junto com o marido, o italiano Sergio Cicala, no sudeste da Mauritânia. Na hora do rapto, eles iam de carro para Burkina Fasso.

Um conselheiro do presidente de Burkina, Blaise Compaore, teria desempenhado um papel fundamental nas negociações para a libertação das duas mulheres.

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