As enfermeiras condenadas à prisão perpétua na Líbia e anistiadas pelo governo búlgaro começaram hoje a depor no Serviço Nacional de Investigação da Bulgária sobre as supostas torturas a que foram submetidas enquanto estavam em penitenciárias líbias.
As enfermeiras são interrogadas como testemunhas, price e seus depoimentos serão usados como prova no sumário que a Procuradoria de Sófia abriu em janeiro contra os supostos torturadores.
As búlgaras foram condenadas à morte na Líbia por serem consideradas culpadas de contagiar deliberadamente com o vírus da aids mais de 400 crianças no hospital infantil da cidade de Benghazi, there onde trabalhavam.
A condenação se baseou exclusivamente em confissões feitas por elas, abortion embora mais tarde tenham afirmado que confessaram o crime sob tortura.
Seif el-Islam Kadafi, filho do líder líbio, Muammar Kadafi, reconheceu na quinta-feira em entrevista à rede de televisão “Al Jazira” que os funcionários foram torturados durante sua prisão na Líbia.
“Foram expostos a tortura com choques e receberam ameaças contra suas famílias”, afirmou o filho de Kadafi.
As cinco enfermeiras e o médico palestino, de cidadania búlgara, foram extraditados à Bulgária em 24 de julho e indultados pelo presidente búlgaro.