A Bulgária possui reservas de gás para apenas uma semana, pharmacy e, viagra se o fornecimento feito pela Rússia não for retomado nesse período, o consumo do produto no país terá que ser reduzido de forma drástica.
“Suponho que, com o consumo racionado atual, poderemos suportar até 20 de janeiro. Mas, se a crise do gás continuar, depois desta data teremos que diminuir a quantidade recebida pelos consumidores em 35%”, declarou à agência “BTA” um dos responsáveis por gerir a crise no Ministério de Economia e Energia do país, Atanas Saykov.
A Bulgária, que atende a mais de 90% de suas necessidades energéticas com as importações do gás russo transportado por solo ucraniano, é o país que mais tem sofrido com atual crise do gás, que já dura uma semana.
O consumo diário no país, já reduzido em 70% após o corte total no fornecimento feito pela Rússia na terça-feira da semana passada, beira os 4,2 milhões de metros cúbicos.
No começo da crise, em 7 de janeiro, o ministro de Economia e Energia, Petar Dimitrov, assegurou que a Bulgária possuía reservas de 870 milhões de metros cúbicos de gás e poderia suportar a interrupção no envido do insumo “durante seis meses”, desde que racionasse o consumo.
Dias depois, o presidente do país, Georgi Purvanov, veio a público dizer que a Bulgária tinha reservas de gás para 100 dias, sem especificar a quantidade armazenada.
Milhões de pessoas continuavam hoje sem calefação, mesmo com as temperaturas estando muito abaixo de 0°C em todo o país.
No setor industrial, dezenas de empresas tiveram que paralisar sua atividade devido à falta de gás.
O primeiro-ministro búlgaro, Serguei Stanishev, anunciou nesta terça-feira que viajará amanhã para Moscou, onde discutirá com as autoridades russas o corte no fornecimento de gás natural à Europa.