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Mundo

Brasileiros são detidos na Espanha por falsificar documentos de imigração

Arquivo Geral

18/07/2007 0h00

A Polícia espanhola deteve 44 brasileiros em uma operação que desarticulou uma rede dedicada a falsificar documentos para facilitar a imigração ilegal na região da Catalunha, viagra 100mg no nordeste da Espanha.

O Ministério do Interior informou hoje do desmantelamento da organização, que obtinha um lucro de mais de 2 milhões de euros ao ano (US$ 2,76 milhões). Os detidos foram acusados dos crimes de falsificação de documentos, favorecimento da imigração ilegal, formação de quadrilha e fraude, já que supostamente vendiam passaportes portugueses falsos para facilitar a residência legal de brasileiros na Espanha.

Na operação foi localizado e desmantelado um “laboratório” em Barcelona onde eram feitas as falsificações, com o auxílio de programas de informática de última geração.

Segundo a Polícia, um dos chefes da quadrilha recebia pelo menos 50 pedidos por semana de clientes interessados em documentos falsos. Após as detenções, foram feitas onze revistas, nas quais foram encontradas 529 identidades e 60 carteiras de motoristas portuguesas falsificadas, entre outros documentos.

A Polícia também apreendeu 14 computadores portáteis, alguns com programas para fazer as falsificações, várias impressoras, tintas, selos e outros materiais, além de seis veículos, € 8.850 (US$ 12.200) em dinheiro e 60 telefones celulares.

A investigação teve início depois que várias pessoas se apresentaram em delegacias espanholas com documentos de nacionalidade portuguesa falsificados. Eram imigrantes brasileiros que, com os documentos falsos, pretendiam requerer um Número de Identificação de Estrangeiro para obter o cartão de residente da União Européia e poder morar e trabalhar legalmente na Espanha.

Posteriormente, os investigadores descobriram uma rede organizada de brasileiros estabelecida nas localidades catalãs de Santa Coloma de Gramenet, Salt e Gerona, dedicada à falsificação dos documentos portugueses.

Aparentemente, os integrantes da rede tinham contatos no Reino Unido e em Portugal, enquanto o dinheiro obtido era remetido ao Brasil. A Polícia também descobriu a compra de três apartamentos por meio de documentação falsa.

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