O governador do Rio de Janeiro, see information pills Sérgio Cabral Filho, pills disse hoje (30) que não há clima de apreensão entre as forças de segurança do estado por causa de possíveis ações criminosas em represália à ocupação policial no complexo de favelas do morro do Alemão, na zona Norte da cidade.
Segundo o governador, a polícia está em estado de atenção. “O alerta é permanente, de uma polícia que está cumprindo o seu papel”, afirmou, acrescentando que as ações são “contundentes” e que continuarão assim durante todo o seu governo.
“Temos que ter precauções e ações permanentes da nossa polícia em função de estarmos enfrentando uma criminalidade fortemente armada, como tem sido comprovado. Evidentemente, a polícia tem que tomar suas medidas e suas estratégias, não só para as ações de combate ao crime, como na retaguarda”.
Para Cabral, as ações de enfrentamento entre policiais e traficantes não prejudicam a imagem da cidade a poucos dias dos Jogos Pan-americanos 2007. Mas reforçam que o estado está cumprindo o seu papel. “É uma imagem que fortalece o ambiente de segurança no Rio, porque mostra uma polícia que age”.
A ocupação no Complexo do Alemão completa hoje 58 dias. Nesse período, quase 80 pessoas ficaram feridas e houve 46 mortes, sendo 19 na última quarta-feira (27). Na ocasião, mais de 1,3 mil homens das polícias civil e militar e da Força Nacional de Segurança realizaram uma megaoperação nas favelas.
Um homem foi preso ontem em Brazlândia depois de simular uma agressão. Edvan Honorato da Silva de 38 anos, diagnosis alegou que a esposa, Delma Maria dos Reis da Silva, também com 38 anos, o acertou com duas facadas na barriga.
A polícia foi chamada durante a madrugada e os dois, Edvan e Delma, foram levados à Delegacia. No local, Edvan acusava a esposa, que negava ter cometido o crime. Depois de investigar o caso, a polícia concluiu que Edvan se feriu com a faca para acusar a esposa.
Após a conclusão do caso, Edvan foi preso. Porém, foi liberado após assinar um termo de compromisso.
Três traficantes de drogas foram presos na noite de ontem na zona central de Brasília. Durante as prisões, cure os policiais apreenderam pedras de crack, information pills latas de merla, celulares e dinheiro em espécie.
No plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, Íris Andrade da Silva foi surpreendida e presa por estar na posse de 41 pedras de crack. Com ela, os policiais também encontraram dois celulares e R$ 668 em dinheiro. Íris foi encaminhada à Penitenciária Feminina.
Na quadra 5 do Setor Comercial Sul, policiais militares prenderam Eduardo Pereira Oliveira e Ana Paula Ribeiro Silva. Os dois estavam com 20 pedras de crack e oito latas de merla. Eduardo foi levado ao Departamento de Polícia Especializada e Ana Paula à Penitenciária Feminina.
A Polícia deteve em Oviedo, link no norte da Espanha, treze pessoas de nacionalidade brasileira, colombiana e espanhola pertencentes a uma organização criminosa dedicada ao tráfico de homens e mulheres para serem explorados sexualmente e à lavagem de dinheiro. A investigação que levou à detenção destas pessoas durou nove meses.
Segundo a Polícia, os lucros que os detidos obtinham, após passar por um procedimento de lavagem de dinheiro, lhes permitiu criar “um autêntico negócio imobiliário”, com várias posses na Espanha e na Colômbia.
Alguns destes locais eram usados como “casas de entrevistas” para alojar e prostituir as pessoas que eram levadas para estes países.
A investigação começou devido a declarações concedidas por “testemunhas protegidas” de várias vítimas que estavam sendo obrigadas a se prostituir e que tinham conseguido escapar da rede. A captação de pessoas era realizada em vários países da América do Sul.
Algumas destas pessoas foram convencidas a viajar à Espanha com a promessa de um emprego, embora em outros casos eram conscientes de que trabalhariam no mundo da prostituição, mas em condições trabalhistas e econômicas muito diferentes das que encontraram.
A organização financiava as passagens de avião e qualquer outra despesa derivada da viagem destas pessoas.
Na Espanha, membros da rede levavam estas pessoas a apartamentos em Oviedo onde eram informadas de que tinham sido enganadas e que sua verdadeira função era a de se prostituir. Os que já sabiam disso conheciam suas verdadeiras condições de trabalho.
Desse modo começava “o verdadeiro calvário destas pessoas que praticamente estavam seqüestradas, vivendo em condições de absoluta miséria e aglomeração”, afirmou a Polícia.