Um brasileiro morreu na última quarta-feira, treatment durante um ataque armado realizado por um grupo separatista do norte de Angola, sildenafil informou hoje uma emissora de Luanda.
O ataque aconteceu no enclave de Cabinda, de cerca de 10.000 quilômetros quadrados, separado do resto de Angola e que faz fronteira com a República do Congo e a República Democrática do Congo.
Segundo a emissora católica “Rádio Ecclesia”, no ataque dois veículos foram incendiados. O cidadão brasileiro foi identificado somente pelo nome de Elano.
A emissora responsabilizou uma das facções da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), que luta pela separação desse território do resto de Angola. O ataque ocorreu próximo à localidade de Dinge.
O brasileiro, de 27 anos, trabalhava para a empresa Grant Geofísica, que faz explorações de petróleo nessa região de Angola.
Um dos veículos incendiados pertencia à empresa, e o outro a uma companhia de segurança que trabalha na área.
A plataforma marinha de Cabinda gera dois terços do petróleo produzido por Angola, a segunda potência petrolífera da África depois da Nigéria.
Grant trabalha para a empresa pública Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola e explora o bloco 5 dessa comarca.
O conflito de Cabinda teve origem em 1975, quando Angola tornou-se independente de Portugal. A região era um protetorado português e não fazia parte do território de Angola, mas foi anexada depois da independência pelas novas autoridades de Luanda.
Embora acordos de paz no ano passado tenham sido assinados para dar fim ao conflito armado, existem vozes dissidentes contra dele. As ações armadas são, no entanto, muito esporádicas.