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Mundo

Brasil piora no ranking mundial da corrupção

Arquivo Geral

06/11/2006 0h00

O Bradesco anunciou hoje que teve lucro líquido de R$ 219 milhões no terceiro trimestre, side effects mind queda significativa em relação ao resultado de R$ 1,43 bilhão obtido no mesmo período do ano passado.

O balanço foi impactado por um efeito de amortização integral de ágios referentes a aquisições feitas pelo Bradesco nos últimos anos no valor de R$ 2,109 bilhões. O encargo já tinha sido previsto pelo banco em meados de setembro. Sem esse impacto o lucro líquido no terceiro trimestre seria de R$ 1,611 bilhão.

A carteira de crédito, sem incluir avais e fianças, do maior conglomerado financeiro privado do País cresceu para R$ 92,013 bilhões nos três meses encerrados em setembro ante R$ 75,2 bilhões há um ano.

O destaque da carteira de crédito foi o "forte crescimento de 27% no segmento de pessoas físicas", informou o Bradesco em comunicado ao mercado.

 

O Iraque, drug abalado pela violência desde a invasão liderada pelos Estados Unidos, em 2003, é ao lado dos empobrecidos Haiti, Mianmar e Guiné um dos países mais corruptos do mundo, mostrou uma nova pesquisa.

O grupo Transparência Internacional (TI) classifica 163 países com base na percepção de corrupção entre autoridades públicas e políticos, no chamado Índice de Percepção de Corrupção 2006 (CPI, na sigla em inglês).

A Transparência salientou que muitos países tiveram piora significativa nas posições, incluindo Brasil, Cuba, Israel, Jordânia, Laos, Trinidade e Tobago, Tunísia e Estados Unidos.

O Brasil caiu oito posições e ficou em 70º lugar no ranking total e em 14º entre os países das Américas, atrás de Chile, Uruguai, Colômbia e Jamaica.

O Haiti, país mais pobre do continente, foi o pior colocado da lista, abaixo de Iraque, Mianmar e Guiné, refletindo o que a Transparência afirma ser uma alta correlação entre violência, pobreza e corrupção.

"Esta pesquisa sugere que a corrupção no Iraque está muito ruim", disse o presidente-executivo da TI, David Nussbaum.

"Quando há níveis altos de violência, isso afeta não somente a segurança, mas também controles e balanços, a lei e o funcionamento de instituições como o Judiciário e a Legislatura. Se tudo isso estiver sob pressão, o próprio sistema que funciona para evitar corrupção estará minado."

Nussbaum apontou a decisão da semana passada da gigante de engenharia dos EUA Bechtel Corp de retirar-se do Iraque como um sinal da gravidade da situação de segurança. Cinqüenta e dois empregados da empresa foram mortos no Iraque desde 2003.

O Haiti sente o efeito da ação das gangues armadas, apesar da presença das forças da Organização das Nações Unidas (ONU), desde 2004, quando o presidente Jean-Bertrand Aristide foi deposto.

Logo depois do Haiti e do Iraque na lista, estão Sudão, República Democrática do Congo, Chade e Bangladesh.

Os melhores colocados são Finlândia, Islândia e Nova Zelândia, com Dinamarca, Cingapura e Suécia logo em seguida.

Entre os países que tiveram grande melhora estão Argélia, República Tcheca, Índia, Japão, Letônia, Líbano, Paraguai, Eslovênia, Turquia, Turcomenistão e Uruguai.

 

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