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Mundo

Brasil lamenta acidente de avião militar uruguaio no Haiti

Arquivo Geral

10/10/2009 0h00

O Governo brasileiro lamentou hoje o acidente de um avião militar uruguaio que fazia parte da Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti e que provocou a morte de onze militares uruguaios e jordanianos.

Em uma nota de imprensa divulgada pela Chancelaria, Brasil expressou sua “profunda consternação” pelo acidente e informou que nenhum militar brasileiro dos que participa da missão se encontrava na aeronave.

Segundo o comunicado, o chanceler Celso Amorim “envia condolências em nome do povo brasileiro, ao secretário das Nações Unidas, aos ministros das Relações Exteriores do Uruguai e Jordânia e aos familiares das vítimas”.

O Comandante-em-chefe da Força Aérea Uruguaia, José Bonilla, confirmou que cinco das onze pessoas que morreram no acidente de um avião das Nações Unidas no Haiti são uruguaios, enquanto o resto dos falecidos são militares jordanianos.

Em declarações recolhidas pela imprensa local, Bonilla afirmou que por enquanto não se identificaram as vítimas do acidente, que não deixou sobreviventes.

O avião, que pertencia ao contingente uruguaio na Missão de estabilização da ONU no Haiti (Minustah), caiu próximo na localidade haitiana de Fond Verrettes, informaram fontes das Nações Unidas.

O aparelho realizava uma missão de vigilância na fronteira do Haiti com a República Dominicana quando perdeu o contato com os controladores da missão enquanto sobrevoava a localidade de Ganthier.

Um segundo aparelho enviado pelos responsáveis da Organização das Nações Unidas (ONU) em Porto Príncipe localizou do ar os restos do avião uruguaio.

A Minustah, agora com 7 mil homens de diferentes países, foi criada em 2004 pelo Conselho de Segurança para restaurar a ordem depois da explosão de violência e saída do país do presidente Jean Bertrand Aristide.

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