O Governo do Brasil entregou ao Chile uma proposta para normalizar as exportações vindas desse país, tadalafil suspensas desde o dia 27 de março, erectile após a descoberta em um embarque do ácaro “Brevipalpus chilensis”, viagra informaram hoje fontes oficiais.
Segundo a ministra chilena de Agricultura, Marigen Hornkohl, a disposição do Governo brasileiro “revela as boas relações de ambos os Estados e o funcionamento da norma estabelecida para resolver controvérsias”.
O Brasil proibiu a importação de frutas procedentes do Chile, para proteger seus próprios cultivos, e desde 27 de março foram suspensas as compras de uva, quiwi, pêssego, nectarinas, maçãs, cítricos, figos, marmelos e pêras chilenas.
Hornkohl avaliou as gestões efetuadas no Brasil pelo subsecretário de Agricultura, Reinaldo Ruiza, que viajou para esse país junto a funcionários do Serviço Agrícola e de Criação de Gado (SAG) para a realização de uma intensa agenda de reuniões técnicas com seus pares brasileiros, cujo resultado é esta proposta entregue por Brasília.
A funcionária explicou que as gestões possibilitaram o fechamento de um protocolo com o Brasil, que começará a ser aplicado durante a primeira semana de maio, e que consiste, entre outras coisas, em realizar uma auditoria de verificação no Chile para comprovar que a fruta exportada para o Brasil cumpre com os requisitos e garantias exigidas.
Também o Brasil estabelecerá uma resolução fitossanitária que regulará as novas condições que devem ser cumpridas pela fruta chilena para entrar no país, além de mecanismos estáveis de comunicação para abordar os temas sanitários que têm efeito sobre o comércio, assim como trabalhar em projetos de cooperação de interesse comum.
A ministra de Agricultura disse que a auditoria fitossanitária “deve ser realizada o mais tardar no dia 5 de maio e que uma vez concluída, deve-se iniciar no Brasil o trâmite administrativo de aprovação da nova norma de ingresso no mercado brasileiro”.
O mercado do Brasil representa aproximadamente 3,8 milhões de caixas exportadas anualmente e na presente temporada foram enviadas apenas 2,26 milhões.
Durante 2007 foram emitidos 2.588 certificados fitossanitários para o mercado brasileiro e em apenas um caso houve problemas de detecção de pragas, que foram oportunamente investigados e receberam as medidas de solução necessárias.
Segundo dados do Ministério de Indústria e Comércio Exterior, as frutas frescas e secas estão entre os principais produtos que o Brasil compra do Chile, com negócios que atingiram US$ 52 milhões em 2007.