O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) encaminhou hoje proposta para que sejam feitos três debates entre os candidatos à Presidência da Câmara, more about check com a participação de dois candidatos por debate. Além de Chinaglia, cheap generic concorrem ao cargo o atual presidente da Casa, illness Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e Gustavo Fruet (PSDB-PR).
“Esse formato permite um aprofundamento maior, ver quais são as diferenças reais sem haver a perda do ‘timming’ do momento de uma resposta”, defendeu o petista. Ele negou que a proposta tenha como objetivo não se expor aos dois oponentes. “Não é o que me orienta. Acho, de fato, que um debate entre dois candidatos permite um aprofundamento maior, não vejo porque não fazer desta forma.”
O petista não acredita em acordo entre Aldo Rebelo e Gustavo Fruet contra sua candidatura ou na junção de forças dos dois em um eventual segundo turno da eleição para Presidência da Câmara. “Tem muita gente aí acreditando em Papai Noel. Eu estou trabalhando, como eles também estão, para cada um ganhar no primeiro turno. Não troco a minha condição pela de qualquer outro candidato.”
O candidato da chamada "terceira via", Gustavo Fruet, considera a proposta de Chinaglia como uma forma de se “fugir ao debate”. No entanto, ele disse que mesmo não concordando com o modelo proposta, se não houver outra alternativa, concordará em participar. “Eu entendo que impor regras é uma maneira de não querer participar”, acrescentou, em entrevista à Agência Brasil.
De acordo com a assessoria de Aldo Rebelo, a posição oficial do presidente da Câmara é a de que tanto Fruet quando Chinaglia aceitaram o debate da forma como foi proposto, ou seja, com os três candidatos e apenas um debate. Na opinião de Rebelo, é esse formato que ainda está valendo. A assessoria afirma que, na reunião ocorrida hoje entre o presidente da Câmara e o líder do governo na Casa a nova proposta não foi apresentada.
O debate entre os candidatos à Presidência da Câmara deve ocorrer na quarta ou quinta-feira da próxima semana. Ele seria transmitido pela rádio e TV Câmara, que disponibilizariam os sinais de transmissão para as demais emissoras que desejassem transmiti-lo.
Secretários de Segurança Pública estaduais vão pedir ao governo federal a colaboração mais intensa de tropas do Exército para reforçar a fiscalização nas fronteiras de todo o país. O trabalho deverá ser feito em parceria com as polícias estaduais, sildenafil federal e rodoviária.
A decisão foi tomada hoje, more about em Curitiba, pilule na 18º Reunião do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), da qual participaram representantes de 13 estados.
A proposta técnica preliminar já foi elaborada pelos secretários do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Segundo o o secretário de Segurança Pública do Paraná e presidente do Consesp, Luiz Fernando Delazari, a justificativa é que a violência urbana está relacionada às armas de fogo e drogas que entram de forma intensa pelas fronteiras por falhas na fiscalização.
“Só vamos ter de fato uma melhoria na segurança pública do país se tivermos um trabalho intenso na região de fronteiras”, afirmou Delazari. Também foram discutidos na reunião os trabalhos do Gabinete de Segurança Institucional e a necessidade de mais orçamento para o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional, entre outros assuntos.
Delazari informou que as propostas serão encaminhadas aos Ministérios do Exército e da Justiça.
O governo brasileiro solicitou seu ingresso na consulta do Canadá a respeito dos subsídios concedidos pelos Estados Unidos aos seus produtores de milho, this afirmaram autoridades do governo canadense em Washington e do Itamaraty hoje. "O Brasil pediu aos Estados Unidos para poder estar presente nas consultas", viagra 100mg afirmou uma fonte do Itamaraty.
Esse período de consultas, visit this no qual o Brasil entraria como parte interessada, dura 60 dias, segundo Rob Krystynak, da embaixada canadense em Washington. Se essa fase não prosperar, a medida seguinte a ser tomada pelo governo canadense é pedir a abertura de um painel no Órgão de Solução de Controvérsi as da Organização Mundial do Comércio (OMC).
A queixa teria como referência o contencioso levantado pelo Brasil contra os subsídios pagos aos produtores norte-americanos de algodão. Nesse caso, a decisão da OMC favoreceu os brasileiros. Segundo o governo canadense, que apresentou a reclamaçã o contra os EUA em janeiro, os subsídios do país ao milho somam cerca de US$ 9 bilhões por ano e estariam distorcendo o mercado.
O Canadá alega ainda que os EUA estão ultrapassando os limites da OMC em vários subsídios, não apenas para milho mas também para outros produtos básicos como trigo, soja e açúcar, o que dá à queixa um caráter mais amplo. Até agora, produtores norte-americanos ignoraram a reclamação, afirmando que ela tem razões políticas e é irrelevante diante dos atuais preços do milho.
Os preços futuros do grão, que subiram cerca de 100% no último ano, atingiram novas máximas de dez anos esta semana, com compras especulativas alimentadas pela demanda crescente da indústria de etanol norte-americana.