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Brasil contribui para Santander ganhar US$ 5,330 bi na A.Latina em 2009

Arquivo Geral

04/02/2010 0h00

 

O Santander obteve no ano passado na América Latina um lucro de 3,833 bilhões de euros (US$ 5,330 bilhões), um aumento de 6,2% em comparação com os 3,609 bilhões de euros (US$ 5,016 bilhões) de 2008, e o Brasil foi o maior responsável por esse desempenho.

Só no país, o banco ganhou US$ 2,167 bilhões de euros (US$ 3,010 bilhões), 22,5% a mais que no ano anterior.

Segundo uma nota enviada à Comissão Nacional da Bolsa de Valores da Espanha (CNMV) pelo banco e divulgada hoje, o lucro na América Latina representam 36% do total obtido pelo grupo.

No México, o lucro foi de 495 milhões de euros (US$ 688 milhões), o que representa uma queda de 17,6% frente aos 600 milhões de euros (US$ 834 milhões) de 2008.

No Chile, o lucro de 2009 supera o ano anterior e alcança os 563 milhões de euros (US$ 782 milhões), 3,4% a mais.

Em sua nota, o Santander reitera que sua fortaleza provém em grande parte da diversificação e de seu modelo de negócio no varejo.

Entre os dados do ano, o Grupo destaca os acréscimos extraordinários obtidos com a ampliação de capital e a saída da bolsa de sua filial na Venezuela, que alcançou 1,499 bilhão de euros (US$ 2,080 bilhões).

América Latina obteve um volume de créditos de 97,901 bilhões de euros (US$ 136,082 bilhões), um aumento de 2% em euros e uma queda de 8% sem o efeito da taxa de câmbio.

Por países, os créditos caíram 5% no Brasil, 6% no Chile e 11% no México, neste caso devido à queda no segmento de cartões de crédito.

A taxa de inadimplência ficou no ano passado na América Latina em 4,25%, contra 2,95% do ano anterior.

América Latina contava com 108,122 bilhões de euros em depósitos, praticamente os mesmos que no final de 2008, com incrementos de 1% no Brasil e de 6% no México e uma queda de 3% no Chile.

Com relação ao total, a região representa 15% dos créditos e 23% dos recursos.

A razão da eficiência – percentual de receita que consomem as despesas – ficou em 37,3%.

O número de escritórios foi reduzido em 5,6%, para 5.745 locais, e o de empregados 10,8%, passando para 85.975 trabalhadores

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