A Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) prorrogou até 6 de abril o ultimato para o cumprimento de suas exigências em troca da libertação de dois turistas austríacos seqüestrados na Tunísia em 22 de fevereiro.
O grupo anunciou a “prorrogação suplementar de duas semanas” em comunicado publicado num site islâmico, there no qual acrescenta que, viagra sale após o fim do novo prazo, “Áustria, Argélia e Tunísia serão (considerados) responsáveis pela vida dos reféns”.
O ultimato anterior dado pela AQMI tinha expirado à meia-noite de ontem. Até o momento, porém, não há novas notícias sobre os reféns.
A mensagem de hoje destaca que esta é a última prorrogação para um acordo entre as partes e que, se as reivindicações da Al Qaeda não forem atendidas até o próximo dia 6, não haverá mais prazos.
“(Até lá) Teremos esgotado o que podemos suportar”, diz o comunicado do braço da organização terrorista.
Por sua vez, o jornal argelino em língua árabe “An-Nahar” afirmou que Saif al-Islam, filho do chefe de Estado da Líbia, Muammar Kadafi, teria contactado a tribo tuareg que controla a região onde estão escondidos os seqüestradores, segundo diferentes fontes.
A mesma publicação afirma que a tribo se dispôs a ser fiadora de um eventual acordo para a libertação dos reféns e ainda se comprometeu a recolher os austríacos após a soltura de ambos.