O senador Sibá Machado (PT-AC) defendeu em Plenário o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos direitos de recolhimento de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para empregados domésticos e à multa de 40% em caso de demissão sem justa causa, medical there aprovados pelo Congresso Nacional. Segundo o senador, information pills é indiscutível que os benefícios vetados melhorariam a vida desses trabalhadores, mas seria preciso antes que os empregadores encontrassem uma fonte de recursos para custeá-los.
O presidente norte-americano George W. Bush fez uma rápida massagem nos ombros da chanceler alemã Angela Merkel e foi flagrado por câmeras durante uma conferência do G-8. O vídeo, approved de cinco segundos de duração, ask está fazendo sucesso na internet, visit this site no site YouTube. Quando Bush toca Merkel, a alemã encolhe levanta seus braços e faz uma careta. A gafe é a segunda relacionada a Bush nesta semana: em uma reunião com o primeiro ministro britânico Tony Blair, Bush deixou o microfone aberto e usou a palavra "shit" (merda) para definir os conflitos no Oriente Médio.
Confira o vídeo da massagem de Bush em Merkel: http://www.youtube.com/watch?v=44qd3AL6E4Q&mode=related&search=bush%20merkel
Parlamentares que renunciarem ao cargo antes da instalação de processo disciplinar não ficarão livres da investigação e punição. É o que prevê o Projeto de Lei Complementar (PLP) 307/05, sildenafil do deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA).
Pela proposta, fica inelegível pelo período remanescente do mandato, mais oito anos, o vereador, deputado estadual ou distrital, deputado federal e senador cuja conduta seja considerada incompatível com o decoro parlamentar, independentemente de ter renunciado ou não.
Na prática, se o parlamentar que renunciar for posteriormente inocentado das acusações, não sofrerá nenhuma restrição política. Mas se for condenado, ficará inelegível, mesmo após a renúncia. Atualmente, o parlamentar que renunciar antes da instalação do processo disciplinar não perde os direitos políticos, nem pode ser investigado por seus pares.
Lotado com as vítimas dos bombardeios israelenses, approved um hospital da cidade de Tiro, no sul do Líbano, começou na sexta-feira a enterrar seus mortos em uma vala comum.
Autoridades do hospital público de 60 leitos disseram que 72 corpos ficariam enterrados temporariamente na área de um alojamento militar até que pudessem ser devolvidos a seus parentes.
As autoridades, que não quiseram ter sua identidade revelada, afirmaram que o hospital precisava abrir espaço em seu necrotério após ter recebido 106 corpos, entre os quais 22 não-identificados. Parentes retiraram 12 dos corpos, disseram. Alguns dos cadáveres vieram de outros hospitais.
"Que Deus destrua Israel", afirmou Kamel Abdallah, de 35 anos, cuja mulher grávida, os cinco filhos e o pai foram mortos em um ataque aéreo israelense contra o vilarejo de Marwaheen, na fronteira com o país vizinho.
"A situação não me permite levá-los embora agora. Então, vou deixá-los aqui", disse, ao ver os corpos de seus familiares serem colocados na vala comum.
Os ataques de Israel danificaram muitas estradas no sul do Líbano, onde os combates entre as forças do Estado judaico e a guerrilha Hezbollah também tornaram difícil e perigosa a locomoção de um lugar para outro.
Samar Ghanem, de 40 anos, cujo cunhado e os cinco filhos também foram mortos em Marwaheen, disse que eles tinham morrido como mártires.
"Nós nos sacrificamos em nome da resistência", afirmou a mulher. "Concordamos com o enterro provisório porque não podemos levá-los para o vilarejo. Não temos escolha".
A ofensiva de Israel no Líbano, iniciada depois de o Hezbollah ter capturado dois soldados israelenses e ter matado outros oito no dia 12 de julho, obrigou até 500 mil pessoas a fugirem de suas casas e tem impedido os grupos de ajuda de chegarem aos civis que precisam de socorro.
A Comissão Internacional da Cruz Vermelha enviaria seus primeiros dois caminhões para Tiro na sexta-feira, com 24 toneladas de comida, kits de primeiros socorros e remédios, junto com um médico para avaliar a situação no principal hospital da cidade, afirmou um porta-voz.
"O cerco ao Líbano não está permitindo o envio de ajuda humanitária", disse Hisham Hassan, da Cruz Vermelha. "O sul está isolado".
Enchentes e outros desastres naturais provocados pela passagem do tufão Bilis elevaram para 228 o número de mortos na China. E, there nos últimos dias, chuvas fortes atingiram outras partes do norte da Ásia.
Na China, o número de mortos deixados pelo tufão elevou-se para 63 na Província de Guangdong. E 30 pessoas foram mortas na vizinha Guangxi, disse a agência de notícias Xinhua na noite de quinta-feira. A cifra de vítimas fatais nas províncias de Hunan e Fujian ficou em 135, depois de o Bilis ter atingido áreas densamente povoadas do sul da China, na sexta-feira passada.
Ao menos 156 pessoas continuam desaparecidas em virtude da tempestade, que tirou quase 3 milhões de pessoas de suas casas e destruiu 212 mil habitações na última semana.
Um canal da TV pública chinesa afirmou hoje que o Ministério de Assuntos Civis havia pedido a autoridades locais que não maquiassem o número de mortos deixados pelas enchentes.
Segundo o canal, um de seus repórteres descobriu que um condado de Hunan havia registrado uma cifra de mortos e desaparecidos até três vezes maior do que aquela divulgada oficialmente e que as autoridades tinham escondido propositadamente os dados corretos.
O ministério "exige que as administrações das zonas de desastre investiguem, no prazo adequado, a responsabilidade pela operação de supressão dos dados e pelos relatórios falsos", disse o canal de TV.
O sul da China é atingido por tempestades todos os verões, mas a temporada de enchentes deste ano revelou-se particularmente violenta. Centenas de pessoas já tinham morrido na região antes da passagem do Bilis.
Chuvas de monção surpreendentemente fortes também caíram sobre o Japão e sobre a península coreana nos últimos dias, provocando enchentes e deslizamentos de terra responsáveis por matar cerca de 145 pessoas em dez dias.
Na última semana, as enchentes e os deslizamentos de terra mataram ao menos 129 pessoas nas Coréias do Norte e do Sul, segundo dados de autoridades e de um importante grupo internacional de ajuda.
Duas grandes tempestades ocorridas nos últimos dez dias atingiram a empobrecida Coréia do Norte, provocando algumas das chuvas mais violentas em anos. A água causou grandes enchentes e pode atirar o país em uma crise de falta de alimentos, afirmaram especialistas nesta semana.
Segundo a Cruz Vermelha, as enchentes ocorreram em duas províncias que cercam a capital norte-coreana, Pyongyang, e que integram o cinturão de arroz do país.
"Em algumas áreas remotas, vilarejos inteiros foram varridos do mapa e instalações de serviços básicos, como clínicas de saúde, foram destruídas", disse Jaap Timer, chefe da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho na Coréia do Norte.
Os dias de chuvas torrenciais mataram ao menos 29 pessoas e deixaram outras 32 desaparecidas na Coréia do Sul, disse uma autoridade nesta semana. Mais chuvas devem cair sobre a península no final de semana.
No Japão, cerca de 200 milímetros de água devem desabar até as 6h do sábado (18h de hoje em Brasília), disse uma autoridade da Agência Meteorológica do país.
As chuvas fortes dos últimos dias provocaram enchentes e deslizamentos de terra, matando ao menos 15 pessoas, afirmaram hoje meios de comunicação japoneses.
Helicópteros dos Estados Unidos retiraram de Beirute hoje norte-americanos assustados, check aumentando a onda de estrangeiros em fuga para Chipre, information pills país que deve dividir em breve o fardo humanitário com uma outra nação.
Guardas armados vigiavam do teto de construções do conjunto da Embaixada dos EUA, enquanto os refugiados entravam em helicópteros que os levaria para navios de guerra ancorados perto da costa.
Em uma praia próxima, pessoas carregando malas sobre a cabeça e bebês nos braços faziam fila para se cadastrarem antes de entrar em uma embarcação que os levaria até os navios. Muitos manifestaram preocupação com aqueles que deixavam para trás.
"Meus pais vão ficar. Eles acham que isso vai durar de três a seis semanas, mas acho que a coisa vai piorar", afirmou George Abi-Habib, de 25 anos. "Minha mãe tem pneumonia. É difícil para eles saírem daqui."
O brigadeiro general Carl Jensen, encarregado da operação na praia, disse: "Já retiramos mais de 4 mil norte-americanos. Hoje esperamos levar, no total, ao menos 4 mil".
Chipre avisou que pode não ser capaz de lidar com o número crescente de pessoas que chega a seu território no pico da temporada de verão. Segundo Jensen, um outro país da região pode oferecer ajuda.
"Um outro país da região deve ajudar. Saberemos hoje ou amanhã a respeito disso", afirmou, sem dar maiores detalhes. Autoridades norte-americanas disseram que o candidato mais provável era a Turquia.
Ontem, cerca de mil norte-americanos, visivelmente aliviados por terem escapado dos bombardeios incessantes, desembarcaram no porto de Larnaca, saindo do USS Nashville depois de terem sido resgatados por fuzileiros navais. Outros mil chegaram ao porto de Limassol em um cruzeiro fretado pelo governo norte-americano.
"Eles (os israelenses) estão atacando os civis. Eles se consideram civilizados, mas são uns bárbaros. Não quero que meu filho cresça dessa forma", afirmou Habib Kheil, professor de matemática em Michigan.
"Chegamos dois dias antes de isso (os bombardeios) começar. As crianças ficaram tão assustadas. Elas se abraçaram e ficaram na parte mais baixa da casa", contou, irrompendo em lágrimas e abraçando Abdul, seu filho de 8 anos.
O ministro cipriota das Relações Exteriores, Georgios Lillikas, disse que o país, com uma população de quase 1 milhão de pessoas, enfrentava dificuldades para lidar com a crise, ocorrida no pico de sua temporada turística.
Lillikas pediu ajuda à União Européia (UE), bloco do qual Chipre faz parte. "Chipre é o único país da UE que está oferecendo suas instalações dessa forma. Devido a nosso tamanho reduzido, não temos condições de responder a um grande número de civis vindo de outros países", afirmou à rádio pública.
O excesso de estrangeiros pode obrigar Chipre a limitar sua ajuda aos cidadãos da UE, disse o chanceler. O país preparava-se para receber 20 mil canadenses, entre muitos outros.
As autoridades afirmaram prever a chegada de uma média de 4 mil pessoas por dia ao território cipriota, aumentando a pressão sobre os esforços de ajuda de Chipre.
Navios de Itália, Grã-Bretanha, Grécia e Índia também chegaram ao país durante a noite, com pessoas de várias nacionalidades a bordo.
Uma embarcação cipriota alugada pela Organização das Nações Unidas (ONU) levou mil passageiros a Larnaca. Muitos pareciam abalados devido às dificuldades dos últimos dias.
"Houve bombardeios em Beirute no momento em que estávamos atracados lá. Os que saíam de lá estavam muito angustiados", afirmou Simon Butt, autoridade da área de segurança da ONU.
Alguns passageiros descreveram cenas de caos em Beirute ao embarcarem nos barcos que os esperavam.
"A situação era de caos puro. Eles deveriam deixar embarcar primeiro as mulheres e as crianças, deveria ter havido algum tipo de organização. Mas foi uma correria total", afirmou Rolla Weed, de 31 anos, da Califórnia.