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Bolsas de NY fecham sem direção, com techs em alta e tombo da UnitedHealth

Por outro lado, um tombo nas ações da UnitedHealth pressionaram o Dow Jones para baixo

Redação Jornal de Brasília

27/01/2026 19h03

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(ARQUIVOS) Um trader trabalha no pregão da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) na abertura do pregão na cidade de Nova York. (Foto de CHARLY TRIBALLEAU / AFP)

São Paulo, 27 – As bolsas de Nova York fecharam em direções opostas nesta terça-feira, 27, em sessão marcada por desempenho positivo no setor de tecnologia, à medida que os investidores estão otimistas com os balanços da semana, que também levou o S&P a registrar seu maior valor histórico no pregão. Por outro lado, um tombo nas ações da UnitedHealth pressionaram o Dow Jones para baixo.

O Dow Jones fechou em queda de 0,83%, aos 49.003,41 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 0,91%, aos 23.817,10 pontos. O S&P 500 encerrou com alta de 0,41% aos 6.978,60 pontos, renovando recorde de fechamento e de máxima a 6.988,82 pontos.

O grupo das Sete Magníficas teve destaque positivo em Wall Street, com as ações da Apple avançando 1,1%, enquanto as da Microsoft subiram 2,19%. Meta, Microsoft e Tesla divulgam seus balanços após o fechamento do pregão de quarta-feira. A Apple apresentará seus lucros na quinta-feira.

Em contrapartida, as ações da UnitedHealth despencaram quase 19,6% após a gigante de saúde anunciar um tombo no lucro no quarto trimestre. As ações da empresa ainda sofreram o impacto dos relatos de que as taxas de pagamento do Medicare para 2027 ficaram bem abaixo do que Wall Street esperava em meio a pressões do governo Trump para redução de custos com assistência médica no país.

O pessimismo dos investidores também se alastrou para outras ações do setor de saúde. Os papéis da CVS Health caíram 14,2% e os da Humana tombaram 21%.

A crise da Groenlândia e as tensões dos EUA com a União Europeia também seguem no radar, após o bloco europeu ter fechado um Acordo de Livre Comércio (FTA) com a Índia, que está sendo visto como uma resposta às tarifas agressivas do presidente Donald Trump.

No cenário macroeconômico, a confiança do consumidor despencou em janeiro. Para analistas do ING, a queda reflete os efeitos de preços da guerra tarifária e uma ampla incerteza sobre os rumos da política comercial.

Estadão Conteúdo

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