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Bolsas de NY fecham quase estáveis, sem surpresas com Fed e Powell e na espera por balanços

Em coletiva, o presidente do BC, Jerome Powell, deu respostas evasivas e trouxe poucas sinalizações sobre a trajetória futura dos juros

Redação Jornal de Brasília

28/01/2026 18h33

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Uma pessoa caminha perto da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em Wall Street em 17 de março de 2025 na cidade de Nova York. (Foto de ANGELA WEISS / AFP)

São Paulo, 28 – As bolsas de Nova York fecharam perto da estabilidade nesta quarta-feira, 28, em sessão atenta à decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) dentro do esperado. Em coletiva, o presidente do BC, Jerome Powell, deu respostas evasivas e trouxe poucas sinalizações sobre a trajetória futura dos juros. O mercado operou ainda com a expectativa pela divulgação de balanços de big techs, e contou com mais uma sessão de força no setor de chips.

O Dow Jones subiu 0,02%, aos 49.015,60 pontos, enquanto o S&P 500 encerrou com queda de 0,01% aos 6.978,03 pontos e o Nasdaq teve alta de 0,17%, aos 23.857,45 pontos.

Wall Street agora direciona seu radar para os balanços das big techs, sobretudo, os feitos no campo da inteligência artificial (IA). Das magníficas, Meta, Microsoft e Tesla, além de IBM, ainda divulgariam seus balanços após o fechamento do pregão. Na quinta-feira, será a vez da Apple. Nesta quarta, a Intel disparou 11,04% e Micron avançou 6,10%, apoiadas pelas divulgações de empresas de chips como a holandesa ASML.

Entre outras empresas que divulgaram balanços nesta quarta, a AT&T subiu 4,65%, depois que divulgou teve lucro por ação acima da previsão de analistas. A Starbucks caiu 0,59%, depois que a empresa divulgou receita acima da previsão, mas queda no lucro líquido.

Já a Amazon caiu 0,68%, depois que anunciou a eliminação de cerca de 16 mil postos de trabalho em diferentes áreas da companhia, como parte de um novo ajuste organizacional voltado à redução de camadas hierárquicas e de burocracia interna.

Na visão da Capital Economics, a recente fraqueza dos índices americanos pode ser interpretada de duas formas: a primeira, de que as ações americanas possam ter um desempenho inferior em comparação a pares globais; a segunda, de que este período será um “breve soluço” em mais um anos de desempenho superior nos EUA A Capital projeta que as ações americanas terão desempenho melhor no curto prazo ao longo de 2026, mas sucumbirão no longo prazo e terão desempenho inferior a pares.

Estadão Conteúdo

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