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Bolsas da Europa fecham na maioria em queda à espera de fim de prazo de Trump ao Irã

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,84%, a 10.348,79 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,99%, a 22.937,65 pontos.

Redação Jornal de Brasília

07/04/2026 13h55

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O corretor de ações Peter Tuchman, o “Einstein de Wall Street”, trabalha no pregão da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) na abertura do pregão na cidade de Nova York, em 11 de agosto de 2025. As ações de Wall Street abriram em diferentes direções na segunda-feira, antes de um importante relatório de inflação dos EUA e enquanto o tempo se aproximava do prazo para o retorno de tarifas mais altas entre Washington e Pequim. (Foto de TIMOTHY A. CLARY / AFP)

As bolsas europeias perderam fôlego e fecharam majoritariamente em queda nesta terça-feira, 7, após piora do sentimento ao longo da manhã, à medida que investidores adotaram postura mais cautelosa diante do prazo imposto pelos EUA ao Irã e do risco de escalada no Oriente Médio.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,84%, a 10.348,79 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,99%, a 22.937,65 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,67%, a 7.908,74 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,47%, a 45.411,79 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,62%, a 17.446,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,03%, a 9.366,70 pontos. As cotações são preliminares.

A guerra no Oriente Médio seguiu no centro das atenções. O Danske Bank destacou que os desdobramentos do conflito continuam a dominar a dinâmica dos mercados, enquanto o ING alertou que uma escalada tende a elevar preços de energia e pressionar expectativas de juros.

O dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Dimitar Radev, contudo, disse que ainda é muito cedo para saber se uma alta dos juros será necessária no mês.

O PMI de serviços da zona do euro subiu levemente na leitura final de março, mas dados da Alemanha e do Reino Unido vieram mais fracos, reforçando preocupações com crescimento. No mercado de renda fixa, a BlueBay apontou mudança de foco dos investidores, da inflação para riscos à atividade.

Entre as ações, o destaque positivo ficou no setor de mídia, com a Universal Music saltando cerca de 12% após proposta de aquisição da Pershing Square, impulsionando também Vivendi (+10%) e Bolloré (+3,4%).

Bancos chegaram a avançar no início do dia, mas reduziram ganhos com a piora do humor, com o setor cedendo perto de 0,5%. Commerzbank e UniCredit ficaram no radar após notícias envolvendo estratégia e potenciais transações, registrando recuo próximo a 0,1% e 0,6%, respectivamente.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Estadão Conteúdo.

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