Menu
Mundo

Bolívia diz que defesa de Chávez a Morales é <i>solidariedade continental</i>

Arquivo Geral

15/10/2007 0h00

O Governo do presidente da Bolívia, link Evo Morales, disse hoje que as ameaças do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de agir se a elite local derrubar ou assassinar seu colega boliviano são uma demonstração de solidariedade continental latino-americana.

O ministro boliviano da Defesa, Wálker San Miguel, fez a afirmação hoje e acrescentou que não se deve entender essas palavras como uma ingerência, mas como a percepção de um chefe de Estado que é preciso respeitar.

Chávez disse no domingo em Cuba que, se Morales for derrubado ou morto pela oligarquia boliviana, o país não seria mais o Vietnã das idéias, mas das metralhadoras, da guerra.

San Miguel também se referiu ao caso do ex-presidente oposicionista boliviano Jorge Quiroga, que denunciou ter sido retido algumas horas na sexta-feira no aeroporto de Caracas, para onde viajou para uma reunião com políticos adversários de Chávez.

Segundo San Miguel, foram perguntas e não uma detenção.

Quiroga é um crítico da relação entre Morales e Chávez. Ele afirmou que o presidente venezuelano é o político mais perigoso da história da América Latina e que tem pretensões hegemônicas e totalitárias.

Para o ex-presidente, a ingerência de Chávez foi clara e marcada em Peru, Nicarágua, Equador, e a tutela do Governo da revolução bolivariana sobre o presidente Morales é vergonhosa.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado