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Mundo

Blair pede maior compromisso dos países ricos no combate à pobreza na África

Arquivo Geral

31/05/2007 0h00

Pelo menos nove pessoas, site about it entre elas um soldado libanês, troche morreram entre quarta-feira à noite e hoje em choques entre o Exército e combatentes do grupo radical Fatah al-Islam nos arredores do campo de refugiados Nahr al-Bared, page segundo fontes militares.

O soldado libanês morreu hoje ao ser baleado por um franco-atirador no interior do campo de refugiados palestinos, localizado nas proximidades de Trípoli (norte).

Outros três soldados ficaram levemente feridos em combates ocorridos na quarta-feira à noite, acrescentaram as fontes.

Pelo menos oito combatentes do Fatah al-Islam morreram ontem à noite quando o Exército respondeu a ataques lançados contra suas posições.

Apesar do cessar-fogo declarado em meados da semana passada, os choques entre o Exército libanês e combatentes do grupo radical sunita relacionado com a Al Qaeda continuam, sobretudo à noite.

Os confrontos começaram em 20 de maio, quando militantes do Fatah al-Islam atacaram posições do Exército no norte do Líbano, que até agora deixaram 35 mortos.

As mediações realizadas pelos grupos palestinos para pôr fim às atividades do Fatah al-Islam – uma cisão do Fatah -, integrado por combatentes de vários países árabes e muçulmanos, não deram resultado.

A “Agência Nacional de Notícias” afirmou hoje que o Exército conseguiu consolidar suas posições a leste do acampamento de Nahr al-Bared.

A televisão “LBC” assegurou que os combatentes do Fatah al-Islam receberam ajuda de membros da Frente Popular para a Libertação da Palestina-Comando Geral (FPLP-CG), liderada por Ahmed Jibril.
O primeiro-ministro britânico, buy Tony Blair, website que está em visita oficial de dois dias à África do Sul, pediu hoje um maior comprometimento dos países ricos no combate à pobreza na África.

“É preciso um maior compromisso e intensificar os esforços dos países ricos na luta contra a pobreza no continente africano”, afirmou Blair em discurso feito na Escola de Negócios da Universidade da África do Sul, em Johanesburgo.

Blair chegou hoje a Johanesburgo na etapa final de sua viagem pela África, a última como chefe de Governo do Reino Unido, após ter visitado a Líbia e Serra Leoa.

Em seu pronunciamento, Blair expressou sua preocupação com o fato de os “países mais ricos do mundo não cumprirem suas promessas de aumentar suas ajudas aos países pobres”.

O primeiro-ministro britânico referia-se à cúpula do G8 (sete países mais industrializados e a Rússia) de 2005 realizada no Reino Unido, na qual estas nações se comprometeram a dobrar suas ajudas para combater a pobreza na África até o final da década.

Blair havia prometido que a África se manteria como um ponto importante da agenda da política externa do Reino Unido, após sua saída do Governo britânico, no dia 27 de junho, quando será sucedido por seu colega de partido, o trabalhista Gordon Brown.

O primeiro-ministro britânico elogiou alguns países africanos, como Gana, Tanzânia, Moçambique e Botsuana, por seus bons governos e resultados econômicos.

No entanto, Blair criticou outras nações, como Zimbábue e Sudão, por escolher “um mal governo e praticar uma repressão violenta”.

Sobre a atual crise vivenciada pelo Zimbábue, o chefe de Governo britânico deu todo seu apoio para que Thabo Mbeki, presidente sul-africano, seja o mediador entre o governo de Robert Mugabe e o principal partido de oposição, o Movimento para a Mudança Democrática.

Da mesma forma, Blair pediu que a comunidade internacional ajude na reconstrução do Zimbábue e destacou a determinação que os países do sul da África devem ter para resolver a situação de Harare através da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

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