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Blair chama a atenção para a África com viagem que começa hoje

Arquivo Geral

29/05/2007 0h00

Um novo método de diagnosticar a hepatite A através da saliva foi desenvolvido por uma pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz, treatment side effects do Ministério da Saúde. Atualmente, case treat o diagnóstico da doença é feito com um exame de sangue.

A biomédica e mestre em Ciências Luciane Amado, pill responsável pela inovação, diz que a grande vantagem do novo método é ser menos doloroso do que a coleta de sangue. Segundo ela, a detecção da doença é importante durante a ocorrência de surtos, quando é necessário confirmar os diagnósticos.

A pesquisadora explica que, com o método atual, de retirada do sangue, muitas pessoas se recusam a fazer os exames, o que dificulta o controle da epidemia pelas autoridades de saúde. O que não deve acontecer com o novo método, de coleta de saliva.

“A importância de detectar o vírus nessas amostras é investigar o surto. Ou seja, você pode esclarecer, por exemplo, que vírus está circulando, o genótipo do vírus, a fonte de transmissão da doença. Isso facilita conter o surto. Se você conseguir diagnosticar precocemente a doença, pode controlar mais facilmente o surto”, disse.

A pesquisadora começou a desenvolver a nova forma de detectar o vírus durante um surto de hepatite ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, em 2005. Segundo ela, a hepatite é uma doença que provoca dores abdominais, de cabeça e cansaço, podendo resultar inclusive na morte dos pacientes.


Dois terremotos de 6, no rx 0 e 5, viagra sale 6 graus na escala Richter atingiram hoje com poucos minutos de diferença as ilhas Molucas, pill no norte da Indonésia, mas, por enquanto, não há informações sobre a existência de vítimas nem foi declarado alerta de tsunami.

Segundo fontes do Serviço Geológico dos Estados Unidos, que mede a atividade sísmica mundial, o primeiro terremoto ocorreu às 6h36 de Brasília e seu epicentro ficou a 295 quilômetros ao noroeste de Ambon, capital das ilhas Molucas, e a 10 quilômetros de profundidade.

O segundo tremor ocorreu às 6h42 de Brasília, 307 quilômetros ao noroeste de Ambon e a 10 quilômetros de profundidade.

A Indonésia está sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica que produz cerca de 7.000 tremores ao ano, na maioria de pouca potência.

Em 26 de dezembro de 2004, um forte terremoto junto à ilha indonésia de Sumatra formou uma série de ondas gigantes que espalharam destruição às costas de cerca de dez nações do Oceano Índico e causaram a morte de 226.408 pessoas, segundo dados da ONU.


Quatro técnicos de informática alemães foram seqüestrados hoje na rua Palestina, sale em Bagdá, troche por um grupo de insurgentes vestidos de membros das forças de elite do Ministério do Interior iraquiano, informaram fontes policiais.

Segundo as fontes, os insurgentes instalaram um posto de controle falso e interceptaram um comboio de veículos onde os especialistas viajavam.

O seqüestro ocorreu depois que os alemães saíram de um dos escritórios do Ministério das Finanças, onde trabalham com o treinamento de funcionários iraquianos. As fontes não especificaram o destino dos guarda-costas que acompanhavam os especialistas.

Em fevereiro passado, dois cidadãos de origem alemã foram seqüestrados no Iraque por um grupo de insurgentes que pedia a retirada das tropas alemãs do Afeganistão.

O grupo que supostamente mantém os alemães ainda seqüestrados deu em abril um novo prazo de dez dias para que a Alemanha começasse a retirada de suas tropas do Afeganistão, caso contrário assassinaria os dois reféns, segundo um vídeo divulgado na internet.

Nas imagens colocadas na internet aparecem Hannelore Krause, de 61 anos, e seu filho Sinan, de 20.

Nelas, Krause pedia que a Alemanha e a Áustria cumprissem as exigências dos seqüestradores, pedia ajuda ao povo alemão e implorava a sua família para que fizessem tudo o possível para evitar sua morte.


O primeiro “bar de gelo” da Ásia, prescription construído com 45 toneladas de gelo vindo da Suécia, será aberto em uma avenida do centro de Xangai em 22 de junho, segundo a edição de hoje do jornal China Daily.

O bar, situado na rua Huaihai Zhong Lu, uma das principais da cidade, será construído com gelo do rio Torne (200 quilômetros dentro do Círculo Polar Ártico), que acaba de chegar à China para a construção e decoração do estabelecimento, após uma viagem de cerca de 30 mil quilômetros.

As paredes, mesas, cadeiras e copos serão feitos de gelo, e os seus 100 metros quadrados poderão receber cerca de 60 pessoas ao mesmo tempo.

A temperatura dentro do bar será mantida abaixo dos 5 graus Celsius, por isso todos os clientes receberão um casaco ao estilo dos esquimós para manter o calor corporal, apesar da recomendação de que não passem mais de 45 minutos seguidos no local.

O design e a decoração serão inspirados nas paisagens árticas e o gelo será renovado a cada seis meses, com 90% procedentes da Suécia.

O bar, que será inaugurado na época em que o calor úmido começa a chegar em Xangai, é patrocinado pelo fabricante de vodca sueco Absolut, que tem outros seis estabelecimentos deste tipo em diferentes países.

“Todos os nossos bares de gelo só usam gelo do rio Torne, no norte da Suécia, porque é natural e, portanto, muito limpo e puro”, disse o projetista do bar Mark Armstrong.

A companhia sueca elegeu Xangai por seu vanguardismo e por ser “um importante centro para o design e a arte”.

Armstrong participou da construção de oito hotéis de gelo em cidades como Estocolmo, Milão, Londres, Tóquio e Copenhague, desde que a empresa sueca Icehotel abriu o primeiro deles em Jukkasjarvi (Suécia), em 1994.
O primeiro-ministro do Reino Unido, visit Tony Blair, realiza esta semana uma viagem pela África, pretendendo destacar alguns dos maiores êxitos de sua política externa e chamar a atenção dos países ricos para o continente.

Sua última viagem oficial como premier durará cinco dias, começando hoje, e o levará a Líbia, Serra Leoa e África do Sul, onde tratará de temas como a ajuda ao desenvolvimento, mudança climática e negociações multilaterais de comércio, todos cruciais para o futuro de muitos países.

Em certa ocasião, Blair se referiu à África como “um peso na consciência do mundo” e, segundo os observadores, fez mais pelo continente que qualquer outro primeiro-ministro britânico.

O líder trabalhista colocou a África no centro da agenda nos dois períodos de gestão britânica da União Européia e do G8 (sete países mais desenvolvidos e a Rússia) em 2005, e pretende agora que ela não seja esquecida também nas cúpulas sob Presidência alemã, as últimas às quais assistirá antes de deixar o poder, em 27 de junho.

A viagem acontecerá uma semana antes da reunião do G8 na localidade alemã de Heiligendamm, quando a chanceler federal alemã, Angela Merkel, tentará convencer os demais Governos a cumprirem os compromissos firmados há dois anos em Gleneagles (Escócia).

A primeira escala de Blair na África será em um país árabe, a Líbia, onde se reunirá com o líder do país, coronel Muamar Kadafi, que passou de inimigo dos países ocidentais para um interlocutor aceitável depois de renunciar a suas ambições nucleares.

Em 2004, Blair se tornou o primeiro líder do Reino Unido a visitar a Líbia em 60 anos, depois que Kadafi renunciou às armas de destruição em massa e entregou os agentes líbios acusados de ter colocado uma bomba em um avião da Pan Am que explodiu em pleno vôo em Lockerbie (Escócia), em 1988.

Após a Líbia, o primeiro-ministro se dirigirá para Serra Leoa, antiga colônia do Reino Unido, onde em 2000 ordenou uma das operações militares mais bem-sucedidas de seu Governo, na qual alguns enxergaram o começo de uma política de “intervencionismo humanitário”.

Para tirar o país africano do caos que o tinha afundado em uma longa guerra civil, Blair teve que vencer o ceticismo dos conservadores em casa e do então presidente americano, Bill Clinton, que não tinha muito interesse neste tipo de aventura após uma frustrada intervenção de tropas dos Estados Unidos na Somália.

Na África do Sul, onde estará na quinta e sexta-feira, Blair se reunirá com o presidente do país, Thabo Mbeki, e fará um discurso, que, como anteciparam fontes de Downing Street, insistirá na necessidade da paz e no bom Governo para melhorar a vida dos povos do continente, castigado por guerras étnicas e desastres naturais.

Segundo fontes oficiais, um dos temas que Blair tratará nas reuniões com os líderes africanos é o da crise humanitária na província de Darfur, no oeste do Sudão.

Outro assunto de grande importância é a mudança climática: segundo os analistas, 250 milhões de africanos poderiam sofrer as conseqüências desastrosas da escassez de água na África até 2020 como conseqüência do aquecimento global.

A organização Oxfam lembrou esta semana em um relatório que os países do G8 ainda não desembolsaram 80% dos US$ 50 bilhões considerados necessários para ajudar os países pobres a enfrentar o impacto do efeito estufa.

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