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Blair acredita em acordo da ONU para o Líbano "em 24 horas"

Arquivo Geral

10/08/2006 0h00

O dólar caiu pelo terceiro dia seguido hoje, viagra there à medida que os investidores mantiveram o ritmo de vendas da moeda norte-americana. O dólar recuou 0,37% e fechou a R$ 2,16, o menor nível desde 16 de maio, quando a moeda cedeu a R$ 2,135.

O contínuo ingresso de recursos no mercado compensou as preocupações no cenário internacional depois de a polícia britânica ter frustrado planos de explodir aviões que fazem a rota entre Grã-Bretanha e Estados Unidos.

"Tirando algumas coisas pontuais, a tendência do dólar é de queda", resumiu o gerente de câmbio da Corretora Souza Barros, Marcos Forgione, destacando que o risco Brasil baixou para níveis históricos. No fim da tarde, o risco país cedia um ponto, a 206 pontos sobre os títulos do Tesouro Americano.

"O Banco Central está atuando todos os dias, mas não vai conseguir conter a queda do dóla)", completou Forgione.

Operadores disseram que o montante reduzido de dólares adquirido pelo BC nesta sessão também permitiu que a moeda norte-americana acentuasse a curva de declínio. A autoridade monetária aceitou entre quatro e seis propostas, com corte a R$ 2,1625.

No front internacional, as bolsas de valores européias fecharam em baixa, enquanto as norte-americanas registravam leve alta nesta tarde, impulsionadas pelos papéis de seguradoras e pela retração nos preços de petróleo.

Internamente, analistas disseram que o fluxo de ingressos deve permanecer forte, mesmo com perspectivas de o BC aumentar sua atuação para conter a desvalorização do dólar.

"A perspectiva de fluxo é grande, tanto por conta de exportador entrando, quanto por algumas captações que o mercado espera para os próximos dias", afirmou a diretora de câmbio da AGk Corretora, Miriam Tavares.

O gerente de câmbio da corretora Liquidez, Francisco Carvalho, completou que o mercado está bastante vendedor de dólar e por isso a moeda não tem força para subir.
Forgione, da Souza Barros, destacou que o fluxo de dólar que ingressa no País está mudando de perfil, deixando de ser principalmente de caráter especulativo, de curto prazo. "Esses capitais se tornam de mais longo prazo e até investimentos."

 

O primeiro-ministro britânico, this site Tony Blair, acredita que um acordo de resolução no Conselho de Segurança da ONU para acabar com o conflito no Líbano pode sair em 24 horas, disse hoje seu gabinete.

"O primeiro-ministro acredita que existe uma chance em potencial de um acordo em 24 horas", disse uma porta-voz do gabinete de Blair em Londres.

Blair, de férias no Caribe, enviou a secretária de Relações Exteriores britânica, Margaret Beckett, a Nova York para participar das conversas.

"Estou viajando para Nova York para reforçar meus esforços, trabalhando de maneira próxima com os colegas de Relações Exteriores, para alcançar um acordo sobre uma resolução que pode pôr um fim à violência em Israel e no Líbano", disse Beckett em comunicado.

 

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