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BID perdoa dívida da Bolívia, Guiana, Haiti, Honduras e Nicarágua

Arquivo Geral

19/03/2007 0h00

A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy confirmou, stuff shop há pouco, sildenafil information pills em entrevista à imprensa, que aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e será a nova ministra do Turismo. A posse está marcada para sexta-feira de manhã, no Palácio do Planalto.

Marta vai assumir o cargo no lugar de Walfrido Mares Guia, que vai para a Secretaria de Relações Institucionais. “O presidente me disse que a nossa cerimônia de posse ocorrerá no mesmo dia, na sexta-feira”, disse. Marta Suplicy falou com a imprensa após encontro com o presidente Lula, no Palácio do Planalto.

O governo israelense não está disposto a dialogar com o novo governo palestino, pharmacy uma união entre Hamas e Fatah aprovada no fim de semana pelo parlamento. “Não vamos conversar com esse governo, mas apenas com o Abu Mazen”, disse hoje o embaixador Nimrod Barkan, diretor do Centro de Pesquisa Política do Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Abu Mazen é o apelido de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina e líder do grupo político Fatah. O Hamas é o grupo armado que assumiu o governo após vencer as eleições diretas no início de 2006, mas nunca foi reconhecido pelo governo israelense, que o considera terrorista. O Hamas, por sua vez, também não reconhece o Estado de Israel.

Barkan esteve ontem num evento em Buenos Aires em memória do atentado à embaixada israelense na capital argentina, há 15 anos, e em seguida dirigiu-se para Brasília, onde recebeu jornalistas e acadêmicos para uma conversa na representação diplomática do país.

O embaixador falou sobre a situação no Oriente Médio como um todo e disse que “a única força dinâmica que cresce na região é o islamismo”. Lamentou a ausência de “forças liberais” nos sistemas políticos e citou como exemplos o Iraque e Bahrein.

Barkan afirmou que Israel está cercado por sistemas “semi-democráticos”, inclusive o Irã – onde, embora haja eleições diretas, “não há liberdade de expressão”. Questionado sobre o fato de o país ter uma tradição secular anterior à Revolução Islâmica e de Teerã ser uma cidade onde as pessoas têm mais liberdade, ele retrucou: “Teerã é uma coisa, o campo é outra. Eles [governo] deixam o jogo seguir enquanto não toca em pontos-chave, como o programa nuclear”.

Sobre a Palestina, fez um comentário semelhante para exemplificar o que chama de “semi-democracia”: “Você não ia gostar de ser um membro do Fatah caminhando na Faixa de Gaza na época da eleição”.

Ele disse que o Brasil e a América Latina também vivem períodos históricos de maior e menor democracia, mas negou que isso ocorra em Israel, embora tenha feito a ressalva do assassinato do premiê Yitzhak Rabin, em 1995. “Não lembro de momentos em que as coisas foram resolvidos na bala”.

O embaixador afirmou também que é uma “armadilha” dividir o Oriente Médio entre países moderados e radicais. Armadilha na qual ele reconhece que também já caiu. “Desde quando a Síria é radical? Eles não querem mudar a região, só estão confiando no Irã por razões estratégicas”.

Irã, Hizbollah e Hamas têm, estes sim, na opinião dele, a intenção de construir um novo sistema. “O Irã quer ser o Estado mais influente da região”.

O nome do novo ministro da Agricultura deve ser conhecido ainda hoje, there afirmou agora há pouco o líder do PMDB na Câmara, information pills Henrique Eduardo Alves (RN). Ele chegou ao Palácio do Planalto agora há pouco, junto com o presidente da legenda, deputado Michel Temer (SP), que não quis falar com a imprensa antes de ser recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Questionado pelos repórteres se o nome do deputado peemedebista Moacir Micheletto (PR) estaria incluído entre os indicados pelo partido ao cargo, ele respodneu: "O nome do Micheletto náo está na lista, mas, se for incluído, nós não vamos nos opor".

Durante o fim de semana, a assessoria do PMDB confirmou que o partido manteria como indicação ao cargo lista de cinco nomes apresentada ao presidente Lula na semana passada.

Estavam na lista, junto com Odílio Balbinotti (PR), que desistiu de pleitear o posto após a divulgação de que está sob investigação judicial, os deputados Eunício Oliveira (CE), Tadeu Filipelli (DF), Waldemir Moka (MS), Fernando Diniz (MG) e Valdir Colatto (SC).

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou o perdão da dívida da Bolívia, here Guiana, Haiti, Honduras e Nicarágua dos saldos de empréstimos pendentes em 31 de dezembro de 2004 de seu Fundo para Operações Especiais (FOE). Esta foi a principal decisão da  48ª Reunião Anual da Assembléia de Governadores do organismo, que teve inicio no último sábado (17/03) e vai até amanhã, na Guatemala.

"O processo de cancelamento da dívida representou prova inconteste de nossa capacidade de abrir mão de posições preestabelecidas em prol de um interesse institucional comum e maior: contribuir para a melhoria das condições de vida na Bolívia, Guiana, Haiti, Honduras e Nicarágua", afirmou o ministro do Planejamento do Brasil, Paulo Bernardo, que no último ano presidiu a Assembléia de governadores. Paulo Bernardo lembrou que o processo de cancelamento da dívida teve início na assembléia em Belo Horizonte, realizada no ano passado, e que deliberou pelo início das negociações.

Os cinco países beneficiados, que têm no BID o seu principal credor, foram liberados de pagar US$ 4,4 bilhões. Em nota, o BID afirma que o cancelamento das dívidas sublinha o compromisso do organismo "de ajudar os países mais pobres da América Latina e do Caribe em seus esforços para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas". As metas do milênio têm o objetivo de reduzir pela metade os níveis de pobreza até 2015.

Paulo Bernardo destacou ainda, em discurso realizado na sessão de hoje da assembléia, que o ano de 2006 foi marcado por um crescimento vigoroso da economia na região. Mas salientou que ainda assim a América Latina e o Caribe cresceram menos do que outras regiões em desenvolvimento.

"Nossa poupança doméstica manteve-se aquém das reais necessidades de investimento. Nossas indústrias continuaram pouco competitivas. E as condições de vida de enorme contingente populacional são ainda degradantes: 39% de nosso povo são pobres e desprovidos dos direitos básicos de cidadania", declarou.

"Pode-se, hoje, dizer que se a macroeconomia vai bem, a microeconomia carece de eficiência e a eqüidade está ainda por estabelecer-se entre nós", disse. Como solução para esse problema, o ministro sugeriu o apoio do organismo multilateral em desenvolvimento tecnológico, com especial atenção para a biodiversidade.

"Abre-se uma janela de oportunidades para a América Latina e o Caribe semelhante àquela descortinada pelos eletroeletrônicos para a Ásia, no século passado. Fontes de energia não poluentes e renováveis, novos fármacos, química fina ou de especialidades, genética animal e agrícola constituem inovações de fronteira, onde nossa biodiversidade outorga-nos vantagens competitivas em relação ao resto do mundo", afirmou.

Paulo Bernardo fez o discurso na cerimônia em que o Brasil transmitiu o cargo de presidente da Assembléia dos governadores à Guatemala. Por tradição, a presidência da assembléia é ocupada pelo país sede da reunião anual, durante o período subseqüente à reunião.

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