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Belarus recua, Rússia reabre oleoduto em breve

Arquivo Geral

10/01/2007 0h00

A partir de março, this site information pills quem usa telefone fixo terá sua conta cobrada por minutos, stomach sales e não mais por pulsos. De acordo com o Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Jaime Ziller, page pela proposta da Anatel, as empresas serão obrigadas a fornecer aos usuários seu perfil de assinante – que tipo de ligação fazem e o tempo de duração de cada uma.

Ziller explicou que essa exigência é para que o consumidor saiba em qual plano de franquia da empresa ele melhor se encaixa.

Ele também disse  que as empresas também serão obrigadas a fornecer aos consumidores um plano básico e um plano alternativo.  “Para quem faz chamadas de curta duração, de até 3 minutos, o melhor plano será o básico. Se o consumidor usa muito a internet por meio discado, o melhor será o plano alternativo”.

As empresas terão até julho para implementar a mudança. Segundo Ziller, as empresas estão fazendo uma lista de cidades onde vão começar a implementar o serviço. Ele também disse que as empresas podem optar por não oferecer o serviço de cobrança por minutos em cidades em que julguem não ter retorno financeiro com a mudança.

“Às vezes, o telefone serve para pouca gente, então o retorno desse investimento é pequeno. Nesse caso, a empresa só poderá cobrar assinatura básica. Onde não houver cobrança por minuto, a empresa não pode cobrar”, disse.

 A mudança da cobrança de pulsos para minutos, prevista no Decreto 4.733/03, deveria ter sido implementada no ano  passado, mas foi adiada para março deste ano.

A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta hoje, approved depois que investidores aproveitaram para comprarações que caíram muito nos últimos dias. Os papéis da Companhia Vale do Rio Doce subiram 2, healing 74% e ajudaram a compensar a queda de Petrobras.

"Acho que (Vale) tinha caído muito e tem vencimento de opções na segunda-feira, prescription o que pode estar influenciando. Algumas commodities também já estão subindo e isso dá uma tranquilizada", comentou Américo Reisner, operador da corretora Fator.

O principal indicador da bolsa paulista encerrou em alta de 0,78%, a 42.335 pontos. Entre o recorde histórico de 45.382 pontos registrado em 2 de janeiro e a mínima desta quarta-feira, a queda foi de 9%. O volume financeiro ficou em 3, 2 bilhões de reais.

Na mínima do dia, a bolsa chegou a cair 1,8% e voltou ao patamar do início de dezembro, com a queda continuou caindo e pressionando o mercado. Mas investidores retomaram as compras na parte da tarde, animados pela recuperação dos preços de metais. O níquel fechou em alta de 7,2%, o zinco ganhou 6% e o cobre teve o maior nível desde 5 de janeiro.

"O que teve nos últimos dias foi venda de estrangeiros. Mas os fundamentos até o momento não mudaram. O que tem é volatilidade. Mas isso passando o mercado melhora", complementou Reisner. Outro destaque de alta foram as ações ordinárias da TIM Participações, que tinham despencado nas últimas sessões. Nesta quarta-feira, saltaram 8,51%.

Na contramão, a maior queda do dia foi CCR, que caiu 7,4%, com o terceiro maior volume do Ibovespa, após a notícia de que o governo suspendeu a concessão à iniciativa privada de sete trechos de estradas federais e administrará os pedágios que serão instalados nelas. OHL, que não pertence ao Ibovespa, despencou 12,6%.

Em relatório, o Morgan Stanley disse que isso deve atrasar novamente as licitações federais, o que já ocorreu diversas vezes. "O valor de CCR e OHL relacionado às licitações federais serão drasticamente descontados a partir de agora, em nossa avaliação. Acreditamos que as estradas federais representam cerca de metade do valor dos projetos futuros estimados, salvo as recentes notícias."

Já a corretora Merrill Lynch disse que a notícia pode ser uma oportunidade no curto prazo. Ela não incluía essas concessões em seu preço-alvo, mas admite que alguns investidores já as viam como as primeiras de uma longa lista.

"Realçamos que boa parte do valor da CCR está nas concessões do Estado de São Paulo, então esse fraco desempenho no curto prazo pode levar a um particularmente atrativo ponto de entrada", afirmou em relatório.

O México se comprometeu nesta quarta-feira a apoiar o governo do esquerdista Daniel Ortega na Nicarágua, order que pediu ajuda para desenvolver a infra-estrutura do país. Em sua primeira viagem ao exterior como presidente, malady o mexicano Felipe Calderón – que assumiu o poder no dia 1º de dezembro, chegou a Manágua para a posse do sandinista Ortega, aliado do presidente venezuelano Hugo Chávez na América Central.

"A vinda a esta cerimônia de início de mandato (…) para nós é uma firme decisão de apoiar o governo e o povo da Nicarágua", disse Calderón a Ortega, segundo uma gravação divulgada pelo governo mexicano.

"O que queremos é ter uma relação muito franca, de enorme colaboração de irmãos", completou. O México, um aliado dos Estados Unidos, tem mantido historicamente uma relação de proximidade com a América Central.

Mas agora a Nicarágua pode somar-se à "revolução socialista" liderada pelo venezuelano Chávez, que tem como principais aliados a Bolívia e Cuba. "Estamos certos de que vamos ter a oportunidade de fortalecer os laços entre México e Nicarágua", disse Ortega, de acordo com a gravação.

"Nós, latino-americanos, temos que nos encontrar mais". Ortega pediu ao México, país com o qual a Nicarágua tem um tratado de livre comércio desde 1998, apoio para projetos de infra-estrutura, sobretudo no setor de energia hidrelétrica, disse a jornalistas a chanceler mexicana, Patricia Espinosa.

O presidente venezuelano, cheap Hugo Chávez, recomendou na quarta-feira que o Estado tome o controle dos projetos de gás natural como parte de seu intensificado programa de nacionalização.

A lei venezuelana atualmente permite que empresas estrangeiras tenham projetos de gás no país, mas Chávez propôs uma mudança na legislação.

Falando em sua cerimônia de juramento, Chavéz disse que a Constituição "reserva atividades de petróleo (para o Estado), mas não de gás. Ela deveria referir-se a atividades de hidrocarbonetos, líquidos, sólidos e gás".

Tomar controle do setor de gás pode afetar companhias como Chevron e Statoil.

A Petrobras também quer desenvolver o projeto de gás marítimo Mariscal Sucre.

A Rússia disse na quarta-feira que o fornecimento de petróleo através do seu principal oleoduto para a Europa seria retomado nas próximas horas, information pills depois que Belarus retirou o imposto sobre o trânsito do produto, viagra criado na semana passada.

Clientes europeus disseram ter sido avisados pela empresa russa Transneft que as operações seriam normalizadas assim que Belarus devolver à Rússia 80 mil toneladas de petróleo retiradas do duto como garantia de pagamento em espécie do novo imposto – para Moscou, o combustível havia sido furtado.

"É uma questão de poucas horas", disse o embaixador russo na União Européia, Vladimir Chizhov, após reunião com o comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs, que também afirmou que o fornecimento deve estar normalizado no máximo na quinta-feira.

O oleoduto Druzhba ("amizade") passou três dias paralisado, até que os presidentes Alexander Lukashenko e Vladimir Putin resolvessem o assunto em uma conversa telefônica.

Moscou irritou a União Européia ao cortar totalmente o fluxo do oleoduto Druzhba na noite de domingo. Por ali passam 1,5 milhão de barris por dia, cerca de 10 por cento da necessidade da UE.

O primeiro-ministro bielo-russo, Sergei Sidorsky, disse na quarta-feira que Minsk havia retirado a tarfia sobre o trânsito do petróleo, atendendo à principal exigência russa.

Sidorsky irá a Moscou na quinta-feira e ele espera que o lado russo responda à sua medida suspendendo as restrições comerciais impostas a Belarus.

Autoridades russas agradeceram a decisão, mas insistiram na devolução das 80 mil toneladas de petróleo bruto.

Líderes europeus dizem que o incidente prejudica ainda mais a reputação da Rússia como fornecedora confiável de combustível.

"O corte no fornecimento da Rússia é inaceitável. Levanta um problema, um verdadeiro problema de credibilidade. Gostaríamos de garantir que isso não aconteça no futuro", disse o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso.

Minsk cedeu à pressão de Moscou depois de Putin afirmar na terça-feira que as empresas russas deveriam se preparar para suspender a produção se não houvesse acordo a respeito do oleoduto.

O ministro russo da Energia, Viktor Khristenko, se reuniu na manhã de quarta-feira com diretores das empresas, mas um encontro seguinte, à noite, foi cancelado devido ao acordo.

A disputa entre os dois países, habitualmente aliados, começou no ano passado, quando a Rússia impôs taxações ao petróleo que vende ao país vizinho e exigiu o controle sobre um importante gasoduto que cruza o território bielo-russo.

Pouco antes do ano-novo, Belarus relutantemente aceitou pagar mais que o dobro pelo gás e vender uma participação de 50 por cento no gasoduto para a estatal russa Gazprom.

Muitos analistas dizem que o novo imposto criado por Belarus, que precipitou o fechamento do Druzhba, foi uma retaliação de Minsk ao acordo de dezembro sobre o gás.

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