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BCE reafirma que inflação deverá se estabilizar a 2% no médio prazo, mas ressalta incerteza

No entanto, na nota, o BC ressalta que as perspectivas continuam incertas, devido, sobretudo, à persistente incerteza em matéria de política comercial global

Redação Jornal de Brasília

05/02/2026 11h20

Foto: Reprodução/Executive Digest

O Banco Central Europeu (BCE) reafirmou, em comunicado da decisão da reunião de política monetária de fevereiro, divulgado nesta quinta-feira, 5, que a inflação deverá se estabilizar na meta de 2% no médio prazo e que a economia da zona do euro se mantém resiliente em um contexto global desafiador. No entanto, na nota, o BC ressalta que as perspectivas continuam incertas, devido, sobretudo, à persistente incerteza em matéria de política comercial global e às tensões geopolíticas.

“O baixo desemprego, os balanços sólidos do setor privado, a implementação gradual dos gastos públicos em defesa e infraestruturas e os efeitos favoráveis dos cortes anteriores nas taxas de juro sustentam o crescimento”, pontua.

O BCE pontuou que continuará adotando uma abordagem baseada em dados e realizada a cada reunião para determinar a postura adequada da política monetária e, em particular, as próximas decisões deverão ser baseadas na avaliação das perspectivas de inflação e dos riscos associados, levando em consideração os dados econômicos e financeiros mais recentes, bem como a dinâmica da inflação subjacente e a eficácia da transmissão da política monetária.

Ainda, o BC europeu reiterou que não está comprometido com uma trajetória específica para as taxas de juros.

Sobre o programa de compra de ativos (APP) e o programa de compra de emergência pandêmica (PEPP), a instituição monetária informa que as carteiras de ambos os programas estão diminuindo em um ritmo moderado e previsível, uma vez que o Eurosistema deixou de reinvestir os pagamentos de principal dos títulos que vencem.

Estadão Conteúdo.

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