Pelo menos seis pessoas morreram hoje devido às inundações e deslizamentos de terra no sul de Bangladesh, information pills help elevando para pelo menos 85 o número de mortos nos dois últimos dias, remedy informou uma fonte oficial.
O comissário de Divisão da cidade, Mokhlesur Rahman, disse à agência bengali “UNB” que por enquanto foram registradas 85 mortes. Mas outras fontes informam a existência de numerosos desaparecidos.
As chuvas, as mais graves em um quarto de século segundo o jornal bengali “The Daily Star”, destruíram vários bairros da cidade de Chittagong, uma das maiores do país. As forças de segurança continuam as operações de resgate das pessoas soterradas.
Chittagong se localiza entre várias colinas. A geografia da região facilitou a acumulação de água e a formação de correntes de barro, que arrastaram diversas casas de construção precária e seus moradores.
Segundo o jornal, muitos moradores de Chittagong tiveram que se refugiar nos telhados de suas casas para se proteger da água. A população que vive nas colinas já havia sido removida.
O porto da cidade, o maior do país, está fechado. As indústrias estão paralisadas, e muitas lojas sofreram danos. A emissora “Kalurghat” teve que suspender suas atividades.
Segundo o serviço meteorológico, a monção, que começou oficialmente na sexta-feira, está mostrando uma intensidade incomum devido a uma tempestade marinha sobre a baía de Bengala.
A capital do país, Daca, já registrou no domingo graves danos em lojas e casas por causa de uma forte tempestade que durou seis horas.
Depois de 14 anos de queda contínua, viagra sale o número de crianças e adolescentes, more about entre 5 e 15 anos, website no mercado de trabalho aumentou no Distrito Federal. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD).
De acordo com a pesquisa, em 2005 o DF apresentou acréscimo de 4,7 mil crianças no trabalho infantil. Os dados indicam que 1,6% da população nessa faixa etária (aproximadamente 7,5 mil) trabalha, principalmente, no setor informal urbano e no trabalho doméstico. “O Distrito Federal é a unidade da federação com o menor índice. Todavia, nós temos aqui dois tipos de trabalho infantil absolutamente perigosos, que são o trabalho infantil informal e o doméstico, pela dificuldade de se detectar e de se combater”, explica a promotora do Ministério público do Trabalho Valesca Monte.
Com o objetivo de eliminar o trabalho infantil no DF e conscientizar a sociedade, está sendo realizado o Fórum do Distrito Federal de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente. O encontro começou ontem e vai até sexta-feira.
“Em 2004, nós já temos a assinatura do governador, na época o Roriz, no termo de compromisso de erradicação do trabalho infantil. Só que o que vimos é que em 2005, após 14 anos de queda contínua, houve um aumento desse número. Daí a preocupação do fórum em fazer uma repactuação”, afirma Valesca Monte. Um novo termo de compromisso será assinado nesta manhã no Conjunto Cultural da República.
A promotora lembra da relação existente entre a evasão escolar e o trabalho precoce e fala da importância da educação no combate do trabalho infantil. “O trabalho precoce está diretamente relacionado à evasão escolar. Ou nos casos em que as crianças continuam na escola, são crianças que, muitas vezes, costumam trabalhar no contra-turno. Daí a necessidade de se investir na educação. Não somente no horário escolar, mas também no horário que ela sai da escola, com atividades extracurriculares relacionadas a esporte, artes, para que essa criança não seja estimulada a trabalhar mesmo estando na escola. Até porque nós sabemos que muito pouco vale você, simplesmente, sentar no banco escolar se você não tem toda uma infra-estrutura positiva atrás de você, que lhe permita estudar o que lhe foi ensinado na parte da manhã ou na parte da tarde”, pondera.
O líder do Movimento Democrata, treat François Bayrou, buy information pills não dará “nenhuma declaração de voto” na rodada final das eleições legislativas francesas, rejeitando a aliança proposta pela socialista Ségolène Royal, enquanto a conservadora UMP anunciou que deixará o caminho livre para o político centrista ser reeleito para o Parlamento.
Royal, derrotada pelo conservador Nicolas Sarkozy nas eleições presidenciais, não disputa vaga no Parlamento. Ela telefonou ontem para Bayrou, pedindo a “união de forças”. Foi uma tentativa de evitar, no próximo domingo, uma arrasadora vitória da UMP e seus aliados, prevista após o primeiro turno.
“Somos independentes”, respondeu Bayrou hoje, na emissora “RTL”. Ele explicou que não falou com Royal “mas não foi por falta de respeito, e sim para evitar toda ambigüidade”. O centrista afirmou não quis alimentar a “acusação injusta” da passagem de seu partido (MoDem) “para a esquerda”.
“Não darei declaração de voto. Não quero entrar neste tipo de mecanismo”, afirmou Bayrou. O seu novo partido obteve 7,61% dos votos no primeiro turno, no domingo.
Num “gesto” de aproximação com Bayrou, a direção da UMP pediu a seu próprio candidato na circunscrição dos Pireneus Atlânticos que se retire da disputa para deixar “o caminho livre” ao líder centrista, anunciou o líder conservador Jean-Claude Gaudin.
“Queremos deixar o caminho livre para François Bayrou”, explicou Gaudin à emissora de televisão “France 2”, insistindo porém que “não há transação nem negociação”.
Ao comentar o anúncio de Gaudin, o líder do MoDem disse que não havia “pedido nem procurado” a retirada de “ninguém”.
“Considero modestamente que nesse pequeno cantinho da França posso mostrar que existe um caminho político capaz de superar a UMP e o PS (Partido Socialista)”, afirmou.
Em sua circunscrição, Bayrou recebeu 37,25% dos votos, enquanto o candidato da UMP obteve 25,92%. A socialista Marie-Pierre Cabanne ficou com 23,32%.
O líder do PS, François Hollande, disse que a atitude de Bayrou “não é uma surpresa” e foi a mesma adotada pelo líder centrista nas eleições presidenciais.
Das 577 cadeiras, 467 ainda estão em disputa. A eleição foi decidida no primeiro turno em 110 circunscrições, com vitória dos socialistas em apenas uma e todas as outras vencidas pelos conservadores.
Uma pesquisa divulgada hoje prevê que o MoDem de Bayrou vai conquistar de uma a três cadeiras na câmara. A UMP e seus aliados, entre eles os ex-companheiros de Bayrou que aderiram a Sarkozy, obteriam entre 409 e 453 cadeiras, contra 125 a 174 para a esquerda.
A ultradireitista Frente Nacional, que sofreu no domingo passado seu pior resultado em mais de 20 anos, com 4,29% dos votos, ficaria ausente da câmara.