O presidente norte-americano, for sale Barack Obama, cost pediu hoje ao Congresso que vote seu ambicioso projeto de reforma do sistema de saúde argumentando que a estabilidade da economia americana está em jogo. “Esta é uma questão que tem consequências para a saúde e o poder de compra de todos os americanos e sobre a estabilidade de toda nossa economia”, web declarou Obama em seu programa semanal de rádio.
Obama quer que o Congresso aprove sua proposta de reforma de cobertura de saúde daqui até o fim do ano para cumprir uma de suas principais promessas de campanha: oferecer cobertura de saúde aos 46 milhões de americanos, aproximadamente 15% da população, que não beneficiam deste direito atualmente.
O plano de saúde de Obama prevê uma opção de assistência governamental – similar a adotada no Brasil – que foi muito criticada pelos republicanos por ser custosa e retirar uma parcela significativa de um orçamento já debilitado em tempos de crise.
Os republicanos classificam a reforma como um peso que não deve ser apressado no Congresso. Até mesmo alguns democratas conservadores duvidam da validade do sistema em um momento de fragilidade da economia americana -o que indica um caminho duro para a legislação no Congresso e preocupa a Casa Branca.
“Isto é o debate no Congresso: se nós continuaremos falando e deixando o problema piorar enquanto mais famílias e empresas afundam e mais americanos perdem sua cobertura (de saúde) ou se nós aproveitaremos a oportunidade, uma que não teremos novamente por gerações, e finalmente aprovaremos reforma na saúde, em 2009”, continuou Obama.
O tom firme de Obama marca a conclusão de uma semana na qual Obama mobilizou esforços para projetar confiança em um tema que dominou sua agenda. Durante uma reunião a portas fechadas com líderes judaicos na última segunda-feira, ele brincou que a única coisa mais difícil que passar a legislação de saúde é negociar a paz no Oriente Médio.