A oitava edição do BFA, centrada este ano no meio ambiente, sob o lema “Avancemos rumo a uma Ásia Verde com mudanças com as quais todos ganhem”, foi aberta hoje pelo presidente chinês, Hu Jintao, e conta com a participação de 1.700 políticos e empresários.
“A Ásia continua sendo uma das regiões mais dinâmicas do mundo, e a China continuará contribuindo para seu desenvolvimento”, declarou Hu na abertura do BFA.
Ao destacar as conquistas chilenas, Bachelet destacou que seu país “é hoje uma democracia consolidada”.
“Temos crescido e reduzido a pobreza de 40% para 13%. Construímos um novo sistema de proteção social, e nosso objetivo é dar um salto de desenvolvimento no prazo de uma geração. A Ásia é um testemunho de que isso é possível”, afirmou.
“O Chile, que desde 1994 participa do Fórum Econômico da Ásia e do Pacífico (Apec), está convencido de que, se no século XIX o eixo da economia internacional esteve na Europa, e no XX nos Estados Unidos, no XXI estará na Ásia-Pacífico”, destacou.
Sobre a reforma das instituições financeiras internacionais, Bachelet disse que “as economias emergentes, como a China e o Chile, devem ter uma voz muito mais forte”.
Após afirmar que seu Governo está engajado na luta contra a mudança climática, Bachelet ressaltou que também trabalha para fortalecer a cooperação entre a China e a Ásia e a América Latina.
Esta noite, a presidente chilena participará do jantar oficial do BFA e amanhã se reunirá com Hu Jintao.
Depois, viajará a Pequim para se reunir com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao.