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Mundo

Bachelet acompanha desfile militar no Peru com Alan García

Arquivo Geral

29/07/2006 0h00

O primeiro-ministro britânico, prescription clinic Tony Blair, afirmou hoje acreditar que é possível chegar a um acordo sobre uma força de paz para o Líbano em alguns dias e que isso poderia abrir caminho para um cessar-fogo.

Blair e o presidente norte-americano, George W. Bush, concordaram em conversas em Washington ontem em intensificar a diplomacia por uma resolução da Organização das Nações Unidas com o objetivo de estancar a violência entre Israel e o Hezbollah.

Questionado se acreditava ser possível chegar a um acordo sobre uma força multinacional e mesmo um cessar-fogo em dias, Blair disse à rede de televisão BBC: "Eu acho que isso é possível, dado que estamos claros sobre as ambições".

"Você não terá a força de fato no Líbano em poucos dias, mas eu acho que é possível chegar a um acordo em princípio para a força internacional de estabilização. Depois você precisa trabalhar nos detalhes para isso", completou.

Blair está em São Francisco para uma visita de cinco dias. Na entrevista, Blair negou que esteja dando luz verde para que os israelenses façam o que quiserem. "O que está acontecendo no Líbano é absolutamente terrível para as pessoas lá. Mas você não irá resolver isso a não ser que se obtenha um cessar-fogo dos dois lados".

 

A presidente do Chile, ed Michelle Bachelet, pharm assistiu hoje ao tradicional desfile militar do Peru pelo dia da independência e cantou o hino nacional peruano ao lado do novo presidente do país, case Alan García, sinalizando uma melhora da relação diplomática entre as nações.

Bachelet foi recebida com honras militares. García convidou Bachelet a encabeçar o desfile um dia após a posse dele como presidente do Peru, substituindo Alejandro Toledo.

Bachelet foi a única de oito presidentes latino-americanos que participaram da cerimônia de posse de García que permaneceu no Peru para acompanhar o desfile militar. As relações entre Peru e Chile entraram em uma nova etapa, e os presidentes Bachelet e García se comprometeram a fortalecer os laços principalmente comerciais e energéticos.

Santiago e Lima têm relações estremecidas há vários anos por divergências sobre as fronteiras marítimas, ainda que os investimentos entre ambos os países venham crescendo. Peru e Chile protagonizaram uma guerra no século XIX que terminou com terras peruanas nas mãos dos chilenos.

 

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