O PT vai reunir os deputados e os governadores eleitos dos cinco estados onde o partido foi vitorioso nas últimas eleições. O encontro acontecerá a partir das 9h de segunda-feira, patient store na sede petista em Brasília, patient e será aberto pelo presidente interino da sigla, Marco Aurélio Garcia.
Participam representantes do Acre, Bahia, Pará, Piauí e Sergipe. Confirmaram presenças a governadora eleita Ana Júlia (PA), o governador reeleito Wellington Dias (PI) e os atuais governadores Tião Viana (AC) e Zeca do PT (MS).
Também participarão dos debates a secretária executiva da Secretaria Executiva de Coordenação Política da Presidência da República, Eva Maria, e o subchefe de Assuntos Federativos da Presidência da República, Vicente Trevas.
O objetivo é repassar as experiências do PT no Acre, Piauí e Mato Grosso do Sul às lideranças que assumem a partir de 1º de janeiro de 2007.
Depois de retornar sábado à noite de Cochabamba (Bolívia), side effects onde participou da 2ª Cúpula Sul-Americana de Nações, remedy o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passa o domingo em São Bernardo do Campo (SP), information pills sem agenda oficial. Segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, ele deve voltar a Brasília ainda hoje.
O presidente iniciará a segunda-feira com reuniões internas, às 9h, no Palácio do Planalto. Às 10h, Lula se encontrará com o presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antonio Oliveira dos Santos.
Lula encerrará a manhã com uma visita, às 11h, à sede do Banco do Brasil, em Brasília, onde almoçará com a diretoria e o presidente do banco, Rossano Maranhão.
À tarde, o presidente se reunirá com os ministros Jorge Armando Félix, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Hélio Costa, das Comunicações, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.
Às 18h, Lula partirá para São Paulo, onde participará, às 20h, da cerimônia de entrega de prêmios promovida pelas revistas IstoÉ, IstoÉ Dinheiro e IstoÉ Gente. Ainda na noite de segunda, o presidente retornará a Brasília.
Uma campanha contra a pesca ilegal foi lançada no Acre para e evitar que os peixes sejam capturados no período do defeso (quando a atividade fica proibida) e para divulgar as leis brasileiras referentes à área.
A ação é uma parceria entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), more about a Organização Não-Governamental WWF-Brasil e agentes ambientais voluntários. A campanha vai ocorrer nas cidades de Sena Madureira e Manuel Urbano e também no município amazonense de Boca do Acre.
Segundo a analista ambiental do Ibama no Acre, help Rosana Darrigo, a ação foi lançada somente no Acre para dar continuidade ao projeto Purus, que é um trabalho que procura mostrar a situação real da pesca na região: "é uma campanha lançada em função das atividades que estão acontecendo no projeto".
Segundo ela, lá foi feito um diagnóstico participativo nas comunidades, depois as comunidades implementaram acordos de pesca para proteger e fazer a conservação de alguns lagos. "Para contribuir, lançamos essa campanha pra sociedade inteira saber que os agentes estão lá, que existe a lei para proteger os recursos pesqueiros".
O técnico do Programa Amazônia do WWF – Brasil, Antonio Oviedo, diz que a campanha pretende conscientizar pescadores, empresários, e consumidores sobre a importância da legislação da pesca e de se respeitar o período do defeso.
"Para que o consumidor não compre um pescado com um tamanho inferior do que permitido na legislação. E também um dono de restaurante, quando for comprar um peixe, exigir que o peixe seja do tamanho admitido pela legislação da pesca".
Antonio disse ainda que serão feitas audiências públicas para discutir a inclusão de outras espécies no período do defeso, como a mandi, e a curimatã, por exemplo. A época de reprodução dos peixes nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Amapá vai até dia 15 de março. Durante esse tempo fica proibida a pesca, o transporte e a comercialização de algumas espécies.
Os moradores do território Nagorno-Karabakh vão às urnas neste domingo para participar de um plebiscito que pode decidir sobre a elaboração de uma constituição própria, troche independência do estado azerbaidjano. Mas o Azerbaidjão critica a realização do pleito.
"Isso é um atentado contra a soberania e a integridade territorial do Azerbaidjão", disse o presidente da Comissão Eleitoral Central do país, Matik Mamedov. "Essa consulta é e deve ser considerada um crime contra o Estado azerbaidjano", acrescentou.
Cerca de 90 mil pessoas foram às urnas para responder se eram contra ou a favor a constituição da república de Nagorno-Karabakh.
A independência de Nagorno-Karabakh do Azerbaidjão foi declarada em 1999 depois de 99,89% de sua população apoiar a decisão, também tomada por meio de um plebiscito.
"Todo o mundo reconhece a integridade territorial do Azerbaidjão e nenhum país, nem sequer a Armênia, reconheceu a independência de Nagorno-Karabakh", disse hoje Fouad Akhundov, alto funcionário da Presidência azerbaidjana.
O lider armeno, Arkadi Gukasian, rebate dizendo que a adoção da primeira Constituição de Nagorno-Karabakh "ajudará na solução do conflito". Para ele, "todos estes esforços armênios são apenas uma perda de tempo e energia".