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Avião sobrevoa território norte-americano com cinco ogivas nucleares

Arquivo Geral

05/09/2007 0h00

Atualizada às 19h03

Um bombardeiro B-52 da Força Aérea dos Estados Unidos, unhealthy que transportava “por engano” seis ogivas nucleares, cialis 40mg voou em agosto de Dakota do Norte à Louisiana com os mísseis armados sob as asas, information pills informaram hoje fontes militares.

A tripulação não sabia da carga que estava transportando, de acordo com a Força Aérea, que decidiu reconhecer publicamente o incidente para tranqüilizar os americanos. De início, foram divulgadas informações de que seriam cinco ogivas,

“A população não esteve em perigo em momento algum”, declarou o porta-voz da Força Aérea, o tenente-coronel Ed Thomas, em declarações divulgadas pela emissora “CNN”.

Por causa do incidente, divulgado pelo jornal “Military Times”, foi aberta uma investigação para esclarecer até que ponto foram violadas as normas de segurança sobre armas nucleares. Os possíveis responsáveis pelo caso devem ser apontados.

“É um erro enorme que vai provocar a queda de algumas cabeças”, disse à “CNN” o general reformado e analista militar Don Shepperd. Ele afirmou, no entanto, que em nenhum momento houve risco de que as ogivas fossem detonadas.

A Força Aérea começou a fazer um inventário detalhado de todas as suas armas nucleares por causa da gravidade do caso, que imediatamente foi comunicado ao presidente dos EUA, George W. Bush, e ao chefe do Pentágono, Robert Gates.

O artigo do “Military Times” afirma que o vôo teve início na base Minot (Dakota do Norte) da Força Aérea e terminou na base Barksdale (Louisiana), no dia 30 de agosto.

“Os mísseis cruzeiro avançados (ACM, em inglês) foram carregados no B-52 como parte da retirada de 400 ACM por parte do Pentágono”, diz o artigo.

“No entanto, antes que os ACM fossem transportados para Barksdale, as ogivas nucleares deveriam ter sido retiradas”, acrescentou. “Os mísseis foram instalados nos tanques sob as asas do bombardeiro”.

Os ACM possuem uma ogiva nuclear W80-1 com potência de 5 a 150 quilotons, e foram projetados especificamente para serem instalados em aviões B-52 de bombardeio estratégico.

O tenente-coronel Thomas disse ao “Military Times” que “a transferência foi feita de forma segura e as armas estiveram o tempo todo sob custódia e controle da Força Aérea”.

Entretanto, o engano só foi descoberto quando o B-52 aterrissou em Barksdale. Isto significa que, durante as três horas e meia de vôo, o paradeiro das ogivas nucleares ficou desconhecido.

Steve Fetter, um ex-funcionário do Pentágono que trabalhou com armas nucleares, afirmou ao jornal que “em nenhum momento houve risco de uma explosão nuclear”.

Caso o avião tivesse caído, os componentes explosivos da ogiva poderiam ter sido detonados, ou poderia ter acontecido um vazamento de plutônio, “mas os complexos mecanismos de segurança das ogivas teriam impedido uma explosão nuclear”, declarou Fetter.

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