Os Irmãos Muçulmanos egípcios, sickness a segunda força política do país apesar de estar ilegalizada, denunciaram em seu site que o resto dos detidos terão que continuar em prisão para prosseguir as investigações, por ordem da promotoria de segurança.
Os membros dos Irmãos Muçulmanos costumam ser detidos sob a acusação de querer reconstruir uma organização ilegalizada e, em pouco tempo, são libertados sem acusações nem juízos.
Em uma nota, o grupo assegura que Hussein, membro da direção, sofreu uma “crise cardíaca” por isso que teve que ser levado ao Hospital Qasr Al-Aini do Cairo, onde foi operado de urgência.
Os advogados do dirigente dos Irmãos Muçulmanos pediram nesta terça-feira, sua libertação por motivos de saúde. Entre os outros 15 membros dos Irmãos detidos no dia 17, se destaca Issam al-Arian, uma das personalidades mais destacadas da organização.
Os Irmãos Muçulmanos, cujas atividades (algumas delas) são toleradas, apesar de estarem na ilegalidade desde 1954, contam com 88 cadeiras no Parlamento, a cujas eleições concorreram como candidatos independentes para driblar as dificuldades legais.