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Autoridade Palestina tem futuro incerto, diz primeiro-ministro

Arquivo Geral

09/08/2006 0h00

Atualizada às 14h32 

A estimativa para a safra brasileira de soja 2005/06 foi mantida em 53, order 4 milhões de toneladas, purchase mesmo número de julho, advice informou Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em seu nono levantamento, a Conab disse que a safra ainda será recorde, 3,8% maior do que a do ano passado, que foi atingida pela seca e totalizou 51,5 milhões de toneladas.

A safra de trigo 2006/07 também foi mantida pela Conab em 3,4 milhões de toneladas, em relação à estimativa anterior. Mas o volume representa uma forte queda em relação aos 4,5 milhões de toneladas colhidos na temporada anterior.

No relatório, a Conab disse que a produção de soja estava acima da do último ano devido ao clima mais favorável. A produtividade média cresceu em cinco estados, incluindo o segundo e o terceiro maiores produtores do Brasil, Paraná e Rio Grande do Sul. A colheita já foi concluída.

Em sua terceira estimativa para a nova safra de trigo, a Conab disse que a área plantada era 25% menor e a produtividade média 6,6% abaixo da do ano passado.

A Conab acrescentou que preços mais baixos e descapitalização dos produtores levaram a um plantio menor de trigo.

Ainda segundo a Conab, o atraso no plantio por conta do clima seco afetou negativamente a produtividade.

A produção total de grãos no país foi revista para cima em 0,2%, atingindo 119,7 milhões de toneladas, contra 119 milhões estimadas em julho.

 

O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá na sexta-feira, generic a pedido de Estados muçulmanos, purchase para discutir a guerra no Líbano e o papel de Israel, anunciou hoje a ONU.

Uma carta da Tunísia pedindo a sessão disse que o órgão, de 47 membros, deve empreender uma ação em relação às "enormes violações dos direitos humanos cometidas por Israel no Líbano", incluindo "ataques dirigidos a civis inocentes no país inteiro".

Rússia, China, Argélia, Bangladesh, Cuba, Indonésia, Jordânia, Malásia, Marrocos, Paquistão e África do Sul são alguns dos países que apoiaram a solicitação para a última sessão.

O novo órgão, criado em junho para substituir a largamente criticada comissão de direitos humanos, não tem poderes para execução de resoluções. Funciona apenas para exercer pressão moral sobre países que estiverem violando acordos da ONU.

As decisões podem ser aprovadas por votações.

A carta da Tunísia seguiu-se ao encontro da Organização da Conferência Islâmica (OIC, na sigla em inglês) na Malásia, na semana passada, que criticou fortemente Israel por causa de sua ofensiva de um mês no Líbano, em uma tentativa de acabar com a milícia Hezbollah.

Sessões especiais do conselho podem ser convocadas a pedido de qualquer país-membro, contanto que receba apoio de um terço dos integrantes. Uma sessão especial também aconteceu em julho, na qual Israel foi condenado pelos ataques em Gaza.

 

O primeiro-ministro palestino, case Ismail Haniyeh, about it um dos líderes do Hamas, cost questionou hoje se a Autoridade Palestina poderia continuar em funcionamento depois de vários deputados e ministros terem sido detidos por Israel.

Os comentários foram os primeiros feitos por Haniyeh questionando a viabilidade da Autoridade Palestina, criada pelos acordos de paz firmados com Israel em 1994, desde que o Hamas assumiu o controle do órgão em março.

O grupo militante, cujo estatuto defende a destruição do Estado judaico, venceu a facção Fatah, do presidente palestino Mahmoud Abbas, nas eleições parlamentares de janeiro. "Todas as elites políticas, a Presidência, as facções e o governo estão convidados a discutir o futuro da Autoridade Palestina depois desse ataque (israelense)", disse o premiê, referindo-se à prisão, na semana passada, do presidente do Parlamento palestino, Aziz Dweik, membro do Hamas.

"A Autoridade Palestina pode continuar funcionando sob ocupação, em meio aos sequestros e aos assassinatos?", perguntou Haniyeh a parlamentares na Cisjordânia, por meio de uma videoconferência realizada a partir da Faixa de Gaza.

Israel prendeu mais de 20 parlamentares e oito ministros de governo depois de militantes na Faixa de Gaza terem capturado um soldado israelense em uma operação realizada em junho, a partir de território palestino.

O Estado judaico também lançou uma ofensiva terrestre e aérea que matou, até agora, ao menos 163 palestinos na região costeira. Dois dos ministros já foram libertados.
Abbas tem acusado repetidamente Israel de minar a Autoridade Palestina, cujo objetivo inicial era dar voz aos 3,9 milhões de palestinos até que conseguissem formar um Estado.

Quando o Hamas assumiu o controle da entidade, os doadores da comunidade internacional, liderados pelos EUA, suspenderam o envio da ajuda direta à Autoridade Palestina, exigindo do grupo militante que reconhecesse o Estado de Israel, renunciasse à viol ência e aceitasse os acordos de paz já firmados.

As declarações de Haniyeh contaram com o apoio de alguns dos adversários políticos do Hamas. "É nosso direito questionar os benefícios da continuidade da Autoridade Palestina", afirmou Salam Fayyad, um parlamentar independente e ex-ministro das Finanças. "A continuidade da Autoridade Palestina eximirá Israel de suas responsabilidades na qualidade de força de ocupação."

Várias autoridades da Fatah sugeriram, em março, que Abbas renunciasse, dissolvesse a Autoridade Palestina e devolvesse para Israel a responsabilidade sobre os territórios ocupados. A manobra seria uma forma de protesto contra as ações unilaterais adotadas pelo Estado judaico.

 

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