Segundo o jornal “Bild Zeitung”, stomach um alemão que conhece Fritzl desde 1973 disse que foi com ele duas vezes à Tailândia.
O aposentado Paul H. afirma que já esteve na casa do austríaco, na pequena cidade de Amstetten, 130 quilômetros a oeste de Viena, três vezes, a última delas em 2005, quando ambos se sentaram na varanda e ele notou que os outros três filhos que Fritzl teve com Elisabeth e que viviam na casa junto a ele não podiam ir ao porão.
Fritzl manteve em cativeiro até o último sábado e desde 1984 sua filha Elisabeth, com quem teve sete filhos. Um deles, um bebê, morreu pouco depois de nascer.
O amigo alemão lembra que viajou com Fritzl a Bangcoc e depois à praia de Pattaya, mas este foi sozinho, pois sua esposa, como contou, tinha que cuidas das crianças.
Segundo o jornal austríaco “Heute”, os investigadores do mais chocante caso de abuso e incesto conhecido na Áustria, apuram uma viagem, realizada entre 6 de janeiro e 3 de fevereiro de 1998, do austríaco a Pattaya, uma praia conhecida pela grande oferta de turismo sexual.
As autoridades austríacas acreditam que no período dessa viagem, Elisabeth, que hoje tem 42 anos, estava presa no porão da casa dos Fritzl em Amstetten com três dos sete filhos que teve com o pai.