A medida afeta os 45 soldados que permanecem no país em trabalhos que não envolvem combate, dentro da chamada operação “Catalyst”, com a qual o Exército australiano contribui com a força multinacional dirigida pelos Estados Unidos.
A operação teve como objetivo “apoiar a criação de um ambiente estável e seguro no país, assim como assistir os programas de recuperação nacional”, informou o Departamento de Defesa em seu portal de internet.
O fim desta operação não afeta os 100 funcionários do Departamento de Defesa e da Embaixada australiana em Bagdá sob a operação “Kruger”, destinada a dar segurança à embaixada e aos funcionários da delegação.
A decisão também não atinge os dois oficiais que servem na missão de assistência da ONU no Iraque sob a operação “Riverbank”.
Durante o tempo que permaneceu no Iraque, a Austrália chegou a ter 14 mil militares no país, em missões de 1.500, que se dedicaram a treinar cerca de 33 mil soldados iraquianos.