Até o dia 20 de maio, visit a Austrália, a nação mais afetada pela doença na região da Ásia-Pacífico, só tinha comunicado um contágio pela gripe suína.
A ministra da Saúde australiana, Nicola Roxon, advertiu que a lista aumentará na medida em que avança o inverno no país, e anunciou que médicos e hospitais em toda a Austrália estarão aptos a realizar testes em pessoas com os sintomas da doença para elaborar um estudo.
Roxon explicou que os testes “ajudarão a determinar quantos são os casos de gripe estacional e quantos são efetivamente da gripe suína, e acrescentou que é preciso ter cuidado, porque uma combinação das duas gripes pode se transformar em algo menos violento, mas também em algo mais violento”.
O estado mais afetado continua sendo Victoria, com 752 infectados e onde esta semana se declarou o estado de alerta para que as autoridades sanitárias possam colocar sob quarentena as famílias dos suspeitos e realizar inspeções surpresas em colégios e hospitais.
As autoridades atribuíram ao clima mais frio a maior incidência do vírus neste estado.
Outros estados australianos proibiram a todas as crianças que tenham visitado Victoria nos últimos dias a frequentar a escola durante uma semana.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.